2007/12/03
Poderia ser o meu? Podia...

Depois de me lembrar de plagiar o Nogueira com este titulo adaptado de um dos seus sketches, o que falta agora? Muitos dirão nada, outros dirão, "morre balhau", como não se pode satisfazer gregos e troianos eu vou simplesmente construir um simples profile (template) de hi5.
- Sexo: 10/10/87
- Nome: Aveiro
- Idade: Feminina
- Estado Civil: Digo-te depois
- Data de nascimento: 20 Anos
- Localidade: Maria Amélia
- Naturalidade: Hospital de S. João
- Altura: Na altura o meu pai não estava, a minha mae deu à luz sozinha no hospital
- Procuro: As cuecas e as meias que as deixei algures debaixo da cama..
- Cabelo: Por lavar...
- Olhos: 4 diopetrias no esquerdo e 5 no direito. Estigmatismo e miopia
- Orientação sexual: Totalmente desorientada, nem sei com quem pinei ontem...
- Bebe: Vinho verde para não ficar com peso na consciencia depois de papar o primeiro que aparece
- Fuma: Só ganzas...
Interesses:
Eu gosto de gajos, gosto de sexo e de muito peso em cima das costas, enfim sou um ser completo e transporto em mim tudo o que de mais interessante há, neste mundo.
Gosto de penis grandes e arrebitados
Gosto do cristiano ronaldo, do brade pitte e do claive ouan
Gosto à missionario, à doggy style, por trás, pela frente, na casa de banho, na varanda, em casa da minha tia, na casota do meu cão, na paróquia e atrás do talho
Gosto de tirar carne dos dentes no fim de comer frango assado
Gosto de tirar catotas do nariz e depois comer com molho de soja
Gosto de carros, desportivos, comerciais, camiões, tratores, carretas de cimento, empilhadores e carrinhos de choque.
Gosto de bicicletas e tamagotchis.
Gosto de fazer o buço e de me lavar debaixo dos braços
Gosto de ver filmes mas gosto ainda mais de os fazer
Gosto de teatro e passo a vida a representar
Gosto de trabalhar, depois do horario de expediente
Gosto de conversar... sobre mim
Gosto de ajudar os outros... a consiencializarem-se de que eu sou melhor do que eles
Gosto de viver a vida... a minha e a dos outros
Gosto de tudo o que seja bom... principalmente gajos
A Maria é:
Inteligente, bonita, atlética, divertida, extrovertida, quase virgem, dedicada a causas várias, amiga do próximo (o masculino é importante) imaginativa (principalmente na cama), sexy, culta (sabe tudo em como fazer parecer o peito maior), sou simplesmente espetacular. A melhor coisa que existe no mundo. Sou ainda modesta, timida, razoavel, sensata... E muito mais
Livros preferidos:
kamasutra ilustrado
kamasutra a preto e branco
kamasutra para crianças
kamasutra para verão
kamasutra especifico para viagens de avião
kamasutra clássico
kamasutra em banda desenhada
entre muitas outras obras de natureza diversa...
Filmes preferidos:
A branca de neve e os 7 matulões
Nas profundezas da garganta
Quem assim se mexe não merece perdão
Um tapinha na bundinha
Um por do sol matinal
A viagem daqueles que nunca partiram
O ultimo sorriso de madeleine (mitica actriz porno nao confundir)
As sete pancadas no traseiro da Molie Hérre
Tosse púbica
O soluçar anal...
Entre outros globos de ouro..
Musica:
A mim chegam-me as bandas sonoras dos filmes que vejo, são todas de cólidade...
2007/12/02
Até pensei que fosse engano...
Não sei se costumam ler notícias. Se não o fazem aconselho vivamente a que o comecem a fazer. Por várias razões obvias. Em primeiro lugar ficam a par do que se passa no nosso pais. Como consequência directa desta primeira realidade temos uma outra, ficam logo bem dispostos, porque em cada 10 noticias 5 são anedotas disfarçadas. As outras razões ficam para vocês descobrirem com o tempo (frio de inverno).
O que me leva a escrever este post é tão simplesmente esta novidade:
para muitos isto na verdade não é novidade nenhuma, polícias corruptos é algo que já não surpreende ninguém. O que é de admirar é o facto deste polícia ter sido apreendido. Como é que isto aconteceu? Será que na verdade este polícia era o único inocente? Será que lhe armaram uma cilada para que ele deixasse de importonar o tráfico de droga vindo do tio Ramon? Acho tudo isto muito suspeito e recomendo investigações. Polícias corruptos é algo que se sabe ser impossível de detectar posso portanto concluir que o militar preso se trata afinal de mais um pobre inocente...
Viva la liberdad...
O que me leva a escrever este post é tão simplesmente esta novidade:
para muitos isto na verdade não é novidade nenhuma, polícias corruptos é algo que já não surpreende ninguém. O que é de admirar é o facto deste polícia ter sido apreendido. Como é que isto aconteceu? Será que na verdade este polícia era o único inocente? Será que lhe armaram uma cilada para que ele deixasse de importonar o tráfico de droga vindo do tio Ramon? Acho tudo isto muito suspeito e recomendo investigações. Polícias corruptos é algo que se sabe ser impossível de detectar posso portanto concluir que o militar preso se trata afinal de mais um pobre inocente...
Viva la liberdad...
Era para ser ontem...
Tu tens é muita lábia....
Há aqueles que dizem ter muita lábia. Dizem que com lábia a gente chega sempre onde quer. Para esses eu só lhes digo isto:
O poder da lábia...
Mudaste de planos? Ok, fixe, all right then...
Ontem foi um daqueles dias em que a gente lá tem de fazer de padre e ouvir as confissões de certas almas (depenadas) que tendem em se auto destruir. O facto do namoro ter acabado porque ele (ela) lá repararam que eram mais felizes com a mamalhuda (bicharoco) do terceiro esquerdo frente, não quer dizer que o mundo acabou naquele preciso momento. Para esses(as) almas, as verdadeiras coitadinhas (hehehe, gostas de ser coitadinha? hehe) ficam aqui as palavras do senhor palmadinhas... (no rabo de preferência)
Disseste que vinhas e não chegaste
Mudaste de planos ok
Mas isso deitou-me tão abaixo
Espero que tenhas pensado bem
Estou triste que só eu sei
Preciso de alguém
Chamines pretas deslizam nas janelas
De mais um comboio
Casas e pessoas feias arvores, falidas
E um ceu angustiado
Tal é o meu quadro
Estou bem chateado
E agora toca a arranjar o buraco
Que eu tenho no coração
Vou mudar de cenário
Isto assim tá mal parado
Vou procurar calor
Mudar de estação
Ha-de vir alguém, ao meu encontro na estrada
Pensei tanto em ti que nem calculas
De manha de tarde e ao anoitecer
Andava louco de contente so com a ideia de te voltar a ver
AH mas que grande idiota, voltei a perder
Procuro no fumo e no vinho a forma de chegar
Depressa à fronteira, mas sei muito bem
QUe a dor que sinto no peito não vai com a bebedeira
Pus-me a voar e caí, da pior maneira
E agora toca a arranjar o buraco
Que eu tenho no coração
Vou mudar de cenário
Que a coisa assim tá mal parada
Eu cá vou procurar calor, mudar de estação
Ha-de vir alguém ao meu encontro na estrada
Há-de vir alguém ao meu encontro na estrada...

A única coisa boa que retiramos dos momentos melancólicos e tristes são mesmo só as fotografias, que carregam sempre um peso emocional interessante. Fora isso... bah, perda de tempo...
Vê lá se te pões fina...
Disseste que vinhas e não chegaste
Mudaste de planos ok
Mas isso deitou-me tão abaixo
Espero que tenhas pensado bem
Estou triste que só eu sei
Preciso de alguém
Chamines pretas deslizam nas janelas
De mais um comboio
Casas e pessoas feias arvores, falidas
E um ceu angustiado
Tal é o meu quadro
Estou bem chateado
E agora toca a arranjar o buraco
Que eu tenho no coração
Vou mudar de cenário
Isto assim tá mal parado
Vou procurar calor
Mudar de estação
Ha-de vir alguém, ao meu encontro na estrada
Pensei tanto em ti que nem calculas
De manha de tarde e ao anoitecer
Andava louco de contente so com a ideia de te voltar a ver
AH mas que grande idiota, voltei a perder
Procuro no fumo e no vinho a forma de chegar
Depressa à fronteira, mas sei muito bem
QUe a dor que sinto no peito não vai com a bebedeira
Pus-me a voar e caí, da pior maneira
E agora toca a arranjar o buraco
Que eu tenho no coração
Vou mudar de cenário
Que a coisa assim tá mal parada
Eu cá vou procurar calor, mudar de estação
Ha-de vir alguém ao meu encontro na estrada
Há-de vir alguém ao meu encontro na estrada...
A única coisa boa que retiramos dos momentos melancólicos e tristes são mesmo só as fotografias, que carregam sempre um peso emocional interessante. Fora isso... bah, perda de tempo...
Vê lá se te pões fina...
2007/11/28
Vinda do nada...

Apareceste vinda do nada. Tal e qual uma folha de outono que cai cansada sobre o chão que se reveste daquele castanho alcatifado por milhares de outras folhas já rendidas. Os dias de outono são tipicamente tristes. São revestidos de um melancólico saudosista. Os dias de Outono remetem-me para longe da realidade, dou frequentemente por mim a divagar em fantasias excêntricas e não lhe consigo encontrar um padrão. Mas tu apareceste. Os dias passam e vão ficando cada vez mais frios, rígidos, a humidade adensa-se e é cada vez mais frequente a chuva que escorre pela janela dos nossos quartos. Eu vejo-te recorrentemente por essa janela.Caminho sozinho pelas ruas, observo pormenores, há por todo o lado marcas visíveis de acontecimentos insólitos. Há alguém que deixa cair uma peça de roupa pela janela, alguém que tropeça numa pedra saliente da estrada, há alguém que grita, alguém que saboreia o café compenetradamente como se aquele liquido preto soubesse ao som harmonioso da harpa. Há alguém que me olha. Onde estás tu? Continuo a saga do quotidiano, o dia tende naturalmente a morrer sob o leito sereno das águas do mar e eu procuro-te por lá. Fazia muito tempo que não chovia, há já bastante tempo que não sinto o escorrer frio e ávido das gotas da chuva. Fecho os olhos esaboreio o momento. Estás aqui comigo, és a chuva que fugiu, o brilho intenso dos últimos raios do sol. Respiro o mais profundamente que posso e sinto todo o odor de que é feito o ar que me rodeia. Tento trincar os cheiros com a alma, fugir com as fragâncias do momento, para mundos longínquos onde te sinta. Mantenho os olhos fechados faço força e tento-me libertar. Procuro a todo o custo ouvir o som do mundo, as vozes caladas dos pequenos seres que sobrevoam céu. Ouço a pomba que conversa com as nuvéns e tento descodificar a seu sinfónico poema, no seu quotidiano a sua filosofia de vida, faço um esforço maior e dou por mim um ser alado. Também eu tenho asas, também eu posso voar. Rodopio ao som do imaginário e estico o braço em direcção ao teu, toco o meu dedo no teu e pinto o tecto na capela Sistina do meu imaginário. Saltoem voltas acrobáticas em furtos aleatórios e abundantes deloucura. Sinto o êxtase do momento, o torpor, o embriagar de sentimentos e sensações. Abro os olhos e não vejo nada. Fecho evolto a abrir de novo. Faz-se luz. Eu acordo para a vida, tu desapareceste, amanhã vou-te procurar de novo...
2007/11/27
Igreja mãe de todos os pecadores!
Tenho imenso respeito à religião e fé de cada um. A vertente espiritual é algo que diz respeito a cada um, fé cada um toma a que quer. Se as pessoas acham que têm alguém à espera "do outro lado" assim que baterem a bota, pah isso entende-se. No mundo da metafísica cada um cria a lógica e os paradigmas que quer. Se vocês vêm a morte como uma passagem? Eu entendo. Se vocês vêm o termino da vida como a emancipação da alma sobre o corpo físico que a transporta, pah fixe. À parte todas estas questões filosófico existenciais, paralelamente a normas de conduta e valores morais temos a igreja e as suas fantasias! Se me perguntarem se concordo com os 10 mandamentos eu digo imediatamente que não. Se me perguntarem se os cumpro à regra, digo ainda mais rapidamente que não. Pelo menos com estes:
Agora que confessei a ninha crença no humor divino deixem-me explicar-vos porque me mete nojo a igreja. Ora pois bem, no passado fim de semana tive o enorme prazer de participar no tradicional ritual de baptismo e tornei-me consequêntemente num alegre padrinho de uma jovem miuda. Até aqui tudo bem, eu acho que a água faz bem à saude e sendo ela santa ou não, lavar a cabeça é sempre bom. Mas há realmente coisas que me custam um bocado a entender. Por exemplo não entendo qual foi a ideia do padreca lá da zona em virar-se para a minha irmã e dizer-lhe directamente "ah és tu quem corta carne humana?". Eu à primeira olhei para a minha irmã com ar de visivel reprovação e ainda pensei em força-la a confessar todos os crimes que cometera, comecei de imediato a imaginar cadavers no guarda vestidos e a minha irma de cutelo na mão. Mas passado cerca de 1 segundo e 30 centésimos do mesmo reparei que esta ave rara estava a referir-se à área de estudo da minha idolatrada mana. Para quem não sabe a minha querida consanguínea estuda Anatomia patológica tanatológica e citologica. Nome horrível, sendo o curso ainda mais intragável. A minha irmã reagiu de uma maneira muito pouco tradicional, saindo-se com um: "Pois é, tem que ser..." ou algo parecido (se não foi isto que disseste cara mana não me julgues, a verdade é que foi algo merdoso como isto). Eu fiquei com ar de burro a olhar para um atrasado vestido de branco, imaginei de imediato o padre vestido de branco, e a batina a transformar-se numa camisa de forças enquanto mantinha o meu sorriso amarelo e os dentes semicerrados palmilhava pelo mundo da imaginação, concebia um dos mais macabros atentados contra um empregado de cristo (note-se que aqui a entidade patornal (deus e companhia) nada tem a ver com o mau profissionalismo deste triste padreca) . Imaginava o padre a espichar sangue pelo pescoço enquanto eu lhe cortava a traqueia com uma cruz de cristo. A vontade que me deu de gritar "FODA-SE LÁ O FILHO DA PUTA" foi qualquer coisa de intensa. O ritual lá continuou e depois de uma tentativa falhada em constipar a pobre miuda veio a parte em que pais e tios tinham de assinar um livrinho merdoso qualquer, parecido com aqueles que os putos da primaria escrevem o sumário. Aqui deu-se algo de muito triste. O padre numa das muitas deambulações pelo mundo da conversa sem interesse, sai-se com a seguinte infelizmencia:
- Adorar a Deus e amá-lo sobre todas as coisas.
- Não invocar o Seu santo nome em vão.
- Guardar os domingos e festas.
Agora que confessei a ninha crença no humor divino deixem-me explicar-vos porque me mete nojo a igreja. Ora pois bem, no passado fim de semana tive o enorme prazer de participar no tradicional ritual de baptismo e tornei-me consequêntemente num alegre padrinho de uma jovem miuda. Até aqui tudo bem, eu acho que a água faz bem à saude e sendo ela santa ou não, lavar a cabeça é sempre bom. Mas há realmente coisas que me custam um bocado a entender. Por exemplo não entendo qual foi a ideia do padreca lá da zona em virar-se para a minha irmã e dizer-lhe directamente "ah és tu quem corta carne humana?". Eu à primeira olhei para a minha irmã com ar de visivel reprovação e ainda pensei em força-la a confessar todos os crimes que cometera, comecei de imediato a imaginar cadavers no guarda vestidos e a minha irma de cutelo na mão. Mas passado cerca de 1 segundo e 30 centésimos do mesmo reparei que esta ave rara estava a referir-se à área de estudo da minha idolatrada mana. Para quem não sabe a minha querida consanguínea estuda Anatomia patológica tanatológica e citologica. Nome horrível, sendo o curso ainda mais intragável. A minha irmã reagiu de uma maneira muito pouco tradicional, saindo-se com um: "Pois é, tem que ser..." ou algo parecido (se não foi isto que disseste cara mana não me julgues, a verdade é que foi algo merdoso como isto). Eu fiquei com ar de burro a olhar para um atrasado vestido de branco, imaginei de imediato o padre vestido de branco, e a batina a transformar-se numa camisa de forças enquanto mantinha o meu sorriso amarelo e os dentes semicerrados palmilhava pelo mundo da imaginação, concebia um dos mais macabros atentados contra um empregado de cristo (note-se que aqui a entidade patornal (deus e companhia) nada tem a ver com o mau profissionalismo deste triste padreca) . Imaginava o padre a espichar sangue pelo pescoço enquanto eu lhe cortava a traqueia com uma cruz de cristo. A vontade que me deu de gritar "FODA-SE LÁ O FILHO DA PUTA" foi qualquer coisa de intensa. O ritual lá continuou e depois de uma tentativa falhada em constipar a pobre miuda veio a parte em que pais e tios tinham de assinar um livrinho merdoso qualquer, parecido com aqueles que os putos da primaria escrevem o sumário. Aqui deu-se algo de muito triste. O padre numa das muitas deambulações pelo mundo da conversa sem interesse, sai-se com a seguinte infelizmencia:
Ainda na semana passada baptizei uma criança
da idade desta menina, chamava-se Diogo...
O pai é criminoso e está na prisão...
As "..." querem dizer que o que iria ser dito a seguir não interessa aos cães do lixo. Meus amigos, o que é que me interessa a vida do pai do Diogo? Mais, que me interessa a mim saber que o gajo foi para a prisão porque fez isto e aquilo? A pergunta que faço é? Ó padreca de merda também vais dizer ao resto das pessoas que a minha irmã corta carne humana? Eu tenho muito respeito em relação à fé e à componente religiosa que se encontra presente de uma forma bastante marcada na personalidade da minha idolatrada mãe, no entanto nunca mais me apanham numa merda destas. Ter de aturar padres que a única coisa que fazem é espalhar a calúnia e o incentivo pelas conversas da Maria? Ir a rituais onde as palavras perdem todo o seu sentido por serem lidas de uma forma mecânica onde não se sentem, não se analizam e não se explica a sua existência e valor. Não entendo isto nem muitas coisas mais. Não entendo porque se tentam convencer as pessoas a aderir ao sistema católico não pelos postulados e valores morais, mas porque, e passo a citar as palavras sábias desta enormidade paroquial:
Parece-me muito interessante. Mas ficam muito escandalizados se eu disser que acho isto tudo uma valente merda? Ficam muito ofendidos se eu disser que isto é a maior banha da cobra vendida em todo o sempre? Recapitulemos. Em primeiro lugar eu duvido que deus, cristo e companhia queiram gente ignorante, gente que simplesmente se arrepende do que faz sem sequer se questionar se se deve ou não arrepender do que quer que seja! Vejo deus como um professor catedrático de historia e filosofia, como um velhinho tipo pai natal cheio de coerência razoabilidade e bom senso. E dentro daquilo que eu defino como bom senso não se enquadra de forma alguma o porque sim! O porque eu digo. O porque alguém disse e devemos todos abanar com a puta da cabeça em sinal de obdiência cega. Se querem que eu acredite em alguma coisa para isso têm de me fazer sentir que isso, em primeiro lugar, faz sentido. Para mim faz sentido o bem e o mal. Faz sentido o querer ajudar o próximo. Faz sentido o tentar fazer o mundo melhor a partir das merdinhas insignificantes que fazemos no nosso quotidiano. O que não faz sentido nenhum é acreditar num juiz e correspondentes advogados de defesa com um bloquinho de notas a acusar-me de tudo o que eu tenha feito ou não durante a minha medíocre existência de vida. Isto não faz sentido por duas razões. Em primeiro lugar deus é um fixolas e tem o bom senso suficiente para reparar que a gente no dia em que morre não se sente nada bem e portanto antes de nos vir julgar deus e os seus comparças convidam-nos a uns passeios pelo éden. Depois deus sabe que este negócio da religião ultimamente não tem dado muito lucro porque com o aparecimento da internet as biblias agora encontram-se todas em pdf e as missas tem vindo a ser feitas em videoconferências via web. Voltando à argumentação clássica. Como é que se pode ter a lata de deturpar todo o propósito da vida de cristo e usar argumentos de uma natureza tão falaciosa como esta!? Vou ser julgado pelos meus pecados? Quem disse? E quando é o julgamento? Com quem? A juiza é boa? Meus amigos eu tenho fé. A minha fé. Eu não acredito que nos devamos arrepender do que quer que seja, até porque se queremos ser honestos, mais de 50% dos "pecados" que a gente comete acaba por repeti-los vezes sem conta. A gente deve aprender com eles, medir as suas consequências e ponderar constantemente a nossa conduta. E eu digo que deve, não porque sim ou porque não, porque acredito que esta seja a única e verdadeira forma de fazer esta merda de mundo um antro mais suportavel para viver. Eu pergunto. Meu padre filho da puta tu ponderas a tua atitude? Que merda é essa de falar mal do pai do diogo? Ele já não foi julgado pelos seus crimes? Tentaste tu passar alguma lição de vida, algum valor moral quando confidenciaste a vida daquela família? Que merda é esta afinal? Que valores morais espalhas tu? Que autoridade moral tens tu para incentivar as pessoas ao acto da confissão!? Confessarem o que? Se eu quizer falar com o chefe da empresa (Deus) mando email directo à entidade patornal, não me dirijo a serviçais da piça! Eu não ia à igreja há uns valentes anos e ao que me parece a próxima vez que o fizer vou ja ter barbas brancas. Se calhar devo temer a linguagem que pratiquei aqui neste meu cantinho, mas como o meu deus é natural de Amarante eu sei que ele vai entender esta minha mensagem como ela deve ser entendida!
da idade desta menina, chamava-se Diogo...
O pai é criminoso e está na prisão...
As "..." querem dizer que o que iria ser dito a seguir não interessa aos cães do lixo. Meus amigos, o que é que me interessa a vida do pai do Diogo? Mais, que me interessa a mim saber que o gajo foi para a prisão porque fez isto e aquilo? A pergunta que faço é? Ó padreca de merda também vais dizer ao resto das pessoas que a minha irmã corta carne humana? Eu tenho muito respeito em relação à fé e à componente religiosa que se encontra presente de uma forma bastante marcada na personalidade da minha idolatrada mãe, no entanto nunca mais me apanham numa merda destas. Ter de aturar padres que a única coisa que fazem é espalhar a calúnia e o incentivo pelas conversas da Maria? Ir a rituais onde as palavras perdem todo o seu sentido por serem lidas de uma forma mecânica onde não se sentem, não se analizam e não se explica a sua existência e valor. Não entendo isto nem muitas coisas mais. Não entendo porque se tentam convencer as pessoas a aderir ao sistema católico não pelos postulados e valores morais, mas porque, e passo a citar as palavras sábias desta enormidade paroquial:
vocês devem-se baptizar e arrependerem-se dos seus pecados
porque no dia do juizo final vocês serão julgados por isso...
2007/11/24
Banco? É caixa...
Eu acredito que 90% de voces vão ver os incorrigiveis regularmente, e estou convencido que 99% dos anteriores já tenham visto este vídeo, mas de qualquer das maneiras tenho de publicar aqui no meu antro esta obra de arte...
2007/11/23
Cego na Noite...

Escutas atrás das esquinas
O sereno chegar da névoa nocturna.
Traças o teu caminho
Pelos meandros da incerteza,
Que segues num decidido hesitante.
A trémula visão sobre o nada
Cega-te os sentidos e a razão,
Faz com que não vejas a luz,
Impede que sintas o chão.
Mas continuas confiante
Procurando na escuridão o clarear,
Percorres no caminho errante
A esperança, o acertar.
Regressas por fim cansado,
Sem vontade, força para andar
Mas nao pares, não abrandes
Estás mesmo a chegar.
2007/11/20
2007/11/16
2007/11/15
Bandas sonoras
Morar em Santiago é uma missão de risco, mas acaba por valer a pena quando temos comparças que moram connosco que partilham música como deve ser, é verdade que é preciso respirar o espírito cigano, apontar uma arma a cabeça do coleguinha e forçar o empréstimo, mas a verdade é que no fim de alguma luta a gente sempre ganha o direito a ouvir coisas como as seguintes bandas sonoras...

...inspirador, acho que já sei qual vai ser a música ambiente da próxima vez que houver verdade ou consequência nas residencias universitarias...

...inspirador, acho que já sei qual vai ser a música ambiente da próxima vez que houver verdade ou consequência nas residencias universitarias...
2007/11/14
Primeiro jogo...
Este fim de semana vou ver pela primeira vez um jogo ao campo do beira mar...
Amarante Futebol Clube
Largura de Banda
2007/11/13
Liberdade
O sol doira sem literatura.
O rio corre bem ou mal,
sem edição original.
E a brisa, essa, de tão naturalmente matinal
como tem tempo, não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto melhor é quando há bruma.
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
E mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças,
Nem consta que tivesse biblioteca...
Liberdade
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa
Paths

For a long time on that spot I stood
Where two roads converged in the wood and I thought:
"Someone going the other way
Might someday stop here for the sake
Of deciding wich path to take."
But my direction lay where it lay.
And walking on, I felt a sense
Of wonder at that diference.
Where two roads converged in the wood and I thought:
"Someone going the other way
Might someday stop here for the sake
Of deciding wich path to take."
But my direction lay where it lay.
And walking on, I felt a sense
Of wonder at that diference.
Ilya Bernstein
Attention and Man
Attention and Man
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