2007/11/13

Liberdade

Ai que prazer
não cumprir um dever.
Ter um livro para ler
e não o fazer!
Ler é maçada,
estudar é nada.

O sol doira sem literatura.
O rio corre bem ou mal,
sem edição original.
E a brisa, essa, de tão naturalmente matinal
como tem tempo, não tem pressa...

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto melhor é quando há bruma.
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!

Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol que peca
Só quando, em vez de criar, seca.


E mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças,
Nem consta que tivesse biblioteca...

Liberdade
Fernando Pessoa

Paths


For a long time on that spot I stood
Where two roads converged in the wood and I thought:
"Someone going the other way
Might someday stop here for the sake
Of deciding wich path to take."
But my direction lay where it lay.
And walking on, I felt a sense
Of wonder at that diference.

Ilya Bernstein
Attention and Man

Wisdom


Wisdom is hereditary: You get it from your children.

Event-Based Programming
Ted Faison

2007/11/12

Penumbra Luzidia


Os dias passam trazendo o sol e o luar
Vêm até mim voando baixo
Sussurrando a mar
Desgostos e desavenças
Ecoam da casa ao lado
Frenesim e festarolas
Ostentam as ruas da noite
Gente, gentinha, gentalha
Sóis formigas neste trilho
O calor que vos aquece, agasalha
Não vos tempera neste frio.
Penso alto sobre os céus
Onde estáis vós?
Vejo-te à noite sozinha
Dançando na rua escura
Ao som da estridente cigarra.
És tão quente, tão madura
Redemoinhas sensações.
No desenlace dos cabelos
Vais rodando na penumbra
Aquecendo a rua triste
Alegrando a noite fria
No movimento que dás...
Gente, gentinha, gentalha
Que te avizinha, atrapalha
Rápido foge este luar
Com ele, esta doce fantasia
Cá te espero, vais voltar,
Numa mesma sinfonia
Vens rodando devagar
Repetindo a luz do dia.

2007/11/09

Perguntas simples com respostas menos simples -- 1

Porque é que se optou universalmente por representar as cores em formato numérico hexadecimal!? Qual a vantagem? Porque não decimal, octal ou binário?

2007/11/06

Born to be wild...

Get your motor runnin'
Head out on the highway
Lookin' for adventure
And whatever comes our way
Yeah Darlin' go make it happen
Take the world in a love embrace
Fire all of your guns at once
And explode into space

I like smoke and lightning
Heavy metal thunder
Racin' with the wind
And the feelin' that I'm under
Yeah Darlin' go make it happen
Take the world in a love embrace
Fire all of your guns at once
And explode into space

Like a true nature's child
We were born, born to be wild
We can climb so high
I never wanna die

Born to be wild
Born to be wild

E agora as minhas princesas...




Cantor o pensador...

The art of asking the right questions in mathematics is more important than
the art of solving them.

Georg Cantor

2007/11/05

Blueprints...


Writing a program without a design is like building a house without blueprints.

Professional C++
Nicholas A.Solter
Scott J. Kleper

2007/11/02

100% Geek

É óvbio que eu não sou 100% geek, na verdade o meu resultado foi de 59%, mas tem muito mais piada manipular resultados não tem?

133% Geek

133% Hetero

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+oo

Monte dos sonhos

Caminhava devagar ao lado do passeio de madeira que me guia directo até ao cimo do monte. Num movimento cíclico, passos firmes, decididos, caminho ao som do desconhecido. O sol bate de lado e não magoa a vista. Do meu lado esquerdo tenho o reflexo da minha própria sombra à minha direita o mar, o céu e um fascinante gradiente de cores. As flores abanam como que se estivessem a interpretar os cânticos do vento. A poeira imiscui-se e refracta os raios de sol num efeito melancólico. Em frente um penhasco que se estende fundo até ao mar, acima um cume de terra e um incrível cenário pintado a mil cores. O céu parece uma escala musical demonstrando uma maior diversidade visual que o próprio arco-íris, o azul escuro clareia à medida que vou caminhando o olhar sobre o céu em direcção ao horizonte, à medida que me vou aproximando da linha imaginaria o azul escuro desvanece, dando lugar a um falso branco, que rapidamente se transforma num largo feixe vermelho tijolo. A natureza fecunda parece estar ao rubro, os pássaros voam, pequenas aves fundem-se sobre a parte escura do céu, ao longe sobre o mar gaivotas beijam o vermelho tijolo. Os barcos parecem não querer sair de cena, repousam serenamente sob o leito tranquilo das águas cinza prata. O cenário é demasiado éden para mim, dá-me vontade de rir. Não o faço, sorrio apenas, é demasiado belo para ridicularizar o momento, respiro o ar húmido e refrescante, fecho os olhos e esfrego a cara, quero sentir todo o ambiente em que me encontro. Sou o único a usufruir desta dádiva momentânea, não está ali mais ninguém. Aproveito esta reconfortante solidão viajar no mundo da fantasia. Cheguei ao cume do monte. Sinto-me Cristóvão Colombo, os cães e gatos que ladeiam os restos de uma outrora casa fazem de tripulantes companheiros, o mar são as Américas desconhecidas e os barcos ao fundo são as colónias indígenas. Está tudo perfeito, só me resta o barco, não espera, o barco está mesmo por baixo de mim, é este enorme monte de terra rica em vegetação, basta fechar novamente os olhos e esperar alguns segundos para esta enorme massa rochosa tomar vida e iniciar a sua jornada em direcção às terras prometidas. Nada é impossível , enquanto tiver o som das ondas, o cheiro da rebentação é inevitável o constante ladrilhar de ideias, o fluir dos cenários é pura consequência da minha cumplicidade com a natureza que insiste em me alimentar de sonhos, de vida de um viver excêntrica e eloquentemente. Sei que tenho de acordar dentro de minutos, mas ainda tenho os olhos cerrados a mente viaja a uma velocidade estonteante visito um milhão de vidas num minuto que transformo em cem anos. Abro os olhos, já velho de histórias, mas com um sorriso de bebé, com a alma renascida, desato a correr e desço o monte, com a certeza de que amanhã voltarei de novo, desta vez serei pirata.

2007/11/01

O rei da noite

Malta o que tá a dar é ser engatatão, sair à noite e comer gajas de uma maneira aleatória. Com bigode também servem, pra ajudar à festa podem aproveitar esta grande banda sonora. Vai ser só CUmplicidade entre a malta.
Para todos, o meu ding dong...

Causa de duas assoalhadas....

Eu gosto bastante de contos de encantar, de reis e fadas madrinhas. Admiro quem tira a tarde para ir à pesca e sou quase fã de muitos castelos e arquitecturas medievais que foram feitas no tempo das espadas, onde o bmw se chamava Shadowfax e tinha quatro patas. É verdade que eu adoro mitologia e venero a arquitectura e design das coroas reais. Serei monarquico? Hum, deixa cá ver. Olha, se calhar não sou. Tenho alguma coisa contra quem seja? Não de maneira nenhuma, vai contra os meus principios de liberdade. Entendo o que as pessoas a favor da monarquia tem na cabeça tirando obviamente os pertencentes à "familia real"? Ora deixa cá ver... Não não comprendo. Para mim não faz muito significado ter uma família a representar portugal. Pah não sei, mas sinto que o meu princípio de "igualdade" sai assim um bocado danificado. Basicamente porque não encontro resposta à pergunta. Porque é que ele pode ser rei e eu não? Será que ele nasceu num berço abençoado? Será que é o sangue azul do FCP que lhe corre nas veias? Se calhar é essa a justificação para a enormidade de campeonatos ganhos pelo Porto, deve ser porque o Pinto da Costa é de descendência real e tem a vantagem de ter o seu sangue azul que arquitecta e manipula arbitros como mais ninguem no mundo, tirando obviamente o Mourinho que é descendente directo de Deus e não se deixa governar por ninguém, nem por ele mesmo! Eu confesso que gosto da figura simpática do duque de bragança, mas quer-se dizer eu não me identifico com aquela personagem, e só porque aquela cara de cu nasceu não sei onde e é filho de não sei quem agora eu vou ter que olhar para ele como representante do meu país? E a minha opinião? Vale de quê? Há quem pense que o facto do cargo de presidente da república ser temporário arrasta consigo problemas, nomeadamente a nível de despesas sempre que se faz valer o direito a voto para eleição do presidente, há quem argumente contra a democracia afirmando que esta não representa um rosto de um país e que a constante mudança de presidente faz com que o país não tenha a notoriedade e a mística que tem os países em que a monarquia impera. Deixam-me que discorde disto? Para já não vejo grande notoriedade em ver um membro de uma familia real a apanhar bebedeiras e a fazer isto e aquilo e o país a ter de levar com este tipo de comportamentos a vida inteira. Eu sinceramente não vejo grandes vantagens em manter um cargo fixo até porque isto vai contra o processo natural de evolução. A sociedade está em constante mutação os ideais mudam, o quotidiano das pessoas muda em função das condições economico-sociais, o mundo gira e é também natural que o rosto que representa um país também esteja em constante mudança. Mudar não é mau, não é sinal de instabilidade é um processo natural que é consequencia imediata do conceito evolução. Eu respeito todos aqueles que lutam por uma causa monarquica. Mas eu escolho lutar pela minha causa democrática, nesta causa todos podemos ser reis, presidentes, magos e cavaleiros do rei artur. Numa monarquia só vingam aqueles que "supostamente" tem sangue azul.
E pronto tenho dito...

2007/10/30

Recursão...


To understand recursion, we first need to understand recursion.

In Beginning Algorithms
Simon Harris and James Ross


2007/10/28

Percepção

Cada vez que a gente se magoa fica a sensação que um pedaço daquilo que somos enquanto crianças que vai embora. Tendemos a ficar mais frios, mais fechados em nós. É natural, na verdade qualquer animal vai aprendendo com as experiências que vai tendo durante a vida. Nós não somos diferentes. Regra geral reflectimos sempre mais quando as experiências nos causam dor. Custa sempre um bom bocado para nos libertarmos deste tipo de sufoco. Quem nunca sofreu? Todos nós já ficamos desiludidos com alguma coisa, com alguém. Todos nós fomos alguma vez enganados, manipulados. Mas se olharmos bem também nós já vestimos a pele deste lobo mau! Ultimamente tenho visto bastante gente a deixar-se abater pelos mais variados episódios. Há sempre aquela tendência manhosa para a gente se achar uma vítima neste mundo. Cada vez acredito mais que isto não é verdade. Se pensarmos bem quando um episódio negro nos assombra, nos trás dor e uma boa carga de sentimentos depressivos, o episódio trás também com ele a oportunidade de mudar, e normalmente para melhor. Em regra geral quanto maior é a gravidade da situação maiores são as consequências associadas, mais profundo é o impacto maior é a alteração da nossa maneira de ver o mundo, de nos vermos a nós próprios. Para aqueles que atravessam um período de negativismo, de revolta e fundamentalmente de desinteresse pela vida e que acham que o mundo é uma merda que nunca vai mudar, eu devo dizer que as compreendo inteiramente, até porque a maneira como veem o mundo é a mais verdadeira, mais realista. Não vos vejo como mentes fracas, como coitadinhos ou vugares almas tristes, até porque já me vi numa situação parecida. Na verdade vejo pessoas conscientes, pessoas que tem de fazer alguma coisa pela vida e que se vem recorrentemente a serem alvos de tentativas de manipulação. É verdade que o mundo não é justo, nunca será. A maior parte dos optimistas são pessoas que nunca sofreram verdadeiramente, são capazes de referir uma situação trágica como por exemplo um mero insucesso académico são aqueles que tem um Mercedes porque fizeram a cadeira de introdução a tecnologias da informação. É muito fácil ser feliz na abundancia. É muito fácil ser feliz quando todos nos dão palmadinhas nas costas e nos lambem as botas porque somos bem sucedidos, ou os "maiores" em alguma coisa. Que dificuldade tem em ser feliz na pele do Cristiano Ronaldo? O Mourinho em ser uma pessoa feliz faz algo de extraordinário? Eu acredito que neste momento não sejas feliz, para mim faz todo o sentido. No teu caso é o sentimento mais normal. Mas sabes que mais? Tu deves ser feliz porque estás cá e nos tens como amigos e também nós estamos carregados de defeitos de problemas para resolver e cheios de vontade de viver, deves estar feliz porque tens a vida cheia de desafios tens tanto pelo qual lutar tanto para conquistar. O Cristiano não pode dizer o mesmo. Tu não tens tido sorte, mas mesmo assim nós não te deixamos, não gostamos de ti porque és a maior em alguma coisa mas porque és simples normal e porque és transparente, coisa rara acredita. Estás cheia de defeitos como eu estou, como todos estamos. Mas é assim que te queremos, te aceitamos e te ajudamos dia a dia a evoluir. Agora que penso melhor a gente até nem gosta muito de ti, a gente quer é que tu continues a coitadinha da zona. Aliás eu ja comprei mais um carregamento de lenços e fraldas dodot para tu te poderes lamentar à vontade. Espero que este texto te sirva para alguma coisa, espero que te consciencializes da beleza que se esconde em cada manhã, em cada acordar que tenhas pela frente...

2007/10/27

Verdes Anos

Podia-me dar ao trabalho de comentar Carlos Paredes enquanto homem e artista não o vou fazer,
vou somente  deixar-vos com um dos comentários que encontrei no youtube enquanto via este
clip




Se vier a ouvir alguem perguntar quem foi Carlos Paredes... Direi que não existiu; simplesmente porque sou ateu.

By:wicked0spirit

2007/10/26

Farol de Alexandria


Foste uma das sete maiores do mundo
O primeiro a ver navios perdidos
Iluminaste almas fracas
Acendeste a utópica fantasia
O sonho de viver eternamente
Viajaste pelo manto enublado
Que se entrepunha entre o mar e o além
Olhaste altivo sobre o mundo

Como alguém que cheira de perto o céu

Saltaste entre os anos seculares

Feito de pedra duro granito
Visto ao longe por mil olhares
Sóstrato foi o teu pai, tua mãe Ptolomeu
Superaste mil pesares
Foste o fogo que ardeu
Pelos ares pelos mares

2007/10/20

Thanks my love...

A musica mais querida, mais sensivel, mais tocante que alguma vez me dedicaram. É por isso que te amo tanto maninha querida (como eu te detesto estupida de merda...)


2007/10/18

De olhos bem abertos...


Há dias em que custa sempre um pouco mais manter os olhos abertos. O sol nem sequer se vê, as nuvens tapam todo feixe de luz que tenha ideias de nos trespassar a vista, apesar de tudo a luminosidade é incomodativa, faz com que aquelas pequenas rugas que temos na testa ganhem proporções fora do normal. Detesto estes dias, a gente quer andar com um sorriso rasgado e o máximo que acaba por conseguir é um riso amarelo à David Caruso, não é que tenha alguma coisa contra o homem, mas a verdade é que já está na hora de alguém dizer a este senhor que boa disposição simpatia e um pouco de humor não dão assim tanto trabalho e acabam por melhorar o nosso estado de espírito e o dia acaba sempre por nos correr da melhor maneira. Apesar de semicerrados os olhos, da inerente dor de cabeça devido à ausência de chapéu este dia correu de uma maneira tremendamente vulgar. Na verdade e de um modo paradoxal estes dias acabam sempre por ser especiais. Há sempre algo que quebra a monotonia, alguém que diz o disparate do século, há sempre oportunidade para esquecer o nome de alguém que trabalha no mesmo local que nós e passar por alguns segundos de um constrangimento estupidamente divertido. Há sempre uma hora do dia em que paramos para comer aquela sandes mista que nos sabe pela vida, o fiambre transforma-se em leitão e o queijo sabe melhor que um dos melhores laticínios franceses. Há sempre um pequeno pormenor que nos escapa há sempre uma novidade, algo novo que aprendemos, há alguém que nos confunde com um familiar e disserta as mais recentes novidades do seu primo que acabara de casar com uma gaja de profissão dúvidosa. Há a vontade de rir, de chorar, de cantar, de dançar, de não conseguir dançar porque a meio da tarefa a palhaçada inesperada sobrepõe-se aos passos de dança mecânicos. Há sempre alguém que nos desilude, há aqueles nos alegram, que nos aborrecem, mas nem mesmo aqueles que nos aborrecem são totalmente desprovidos de interesse. Quem é que nunca realizou uma curta metragem de terror à custa de certas e determinadas individualidades? Quem é que nunca desejou ver pendurado pelo pescoço aquele gajo que teima em vir contar as novidades da equipa de rugby da selecção da nova zelandia? Há dias chatos de facto, mas mesmo assim não deixam de ser dia, não deixa de haver luz e esperança que um dos feixes de protões nos leve para longe que nos transporte através da magnitude dos sonhos e nos deixe em estações paradisíacas! Quem nunca sonhou estar nas caraíbas a ouvir Zacarias Ferreira? (a parte do zacarias ferreira vai concerteza causar impacto) Podemos não ter passado as nossas férias nas caraíbas, podemos nunca ter tido sequer um mar translúcido como companheiro amigo que nos acolhe naquele espectante e melancolico por do sol de que nos lembramos sempre antes de deitar. Podemos não ter nada até. Mas temos a luz do sol, temos aquela sensação incomodativa do excesso de luminosidade que nos faz acordar para a vida. Que serve para nos lembrar que a RayBan existe já há muito tempo e que os olhos são feitos para se abrir, que nos mostra a possibilidade de consumir tudo o que nos rodeia, faz-nos sentir antes de deitar que tudo aquilo vivido naquele naquele foi chato, foi difícil foi até um caos, mas não deixa de ser único, não deixa de ser uma experiência e não deixa de ter luz.

2007/10/14

Tele Rural

Há quem goste de humor inteligente e sedutor (Dr House) ha quem goste de humor inteligente, com um pouco menos de sedução (Gato fedorento). E há aqueles que gostam de humor parvo nada sedutor e com uma componente azeiteira muito definida...
Fica aqui um exemplo daquilo que me faz rir

Fotografia!



Ola minha gente. Durante uma das minhas sessões de downloads de ebooks massivos da net reparei numa preciosidade. O livro chama-se The Digital Photography Book e é do senhor Scott Kelby. Ao contrário da maior parte dos livros de fotografia digital que encontrei na net, que se viravam quase todos para o uso intensivo de técnicas de photoshop e gimp, este poe de lado toda essa teoria de manipulação de imagem e apresenta técnicas, de disparo compara maquinas fotográficas (Canon e Nikon) e ao longo do livro vai fazendo uma análise ao modo de disparo que se deve efectuar
nos dois casos (aqui os fans de Leica, Olimpus e etc tem o direito à resignação). De qualquer das maneiras as técnicas apresentadas são universais e aplicam-se em qualquer tipo de máquina, desde que esta tenha a funcionalidade disponível. O livro está dividido nos seguintes capítulos:
  • Pro tips for getting a really sharp Photos
  • Shooting flowers like a pro
  • Shooting weddings like a pro
  • Shooting landscapes like a pro
  • Shooting sports like a pro
  • Shooting people like a pro
  • Avoiding problems like a pro
  • Taking advantage of digital like a pro
  • Taking travel and city life shots like a pro
  • How to print pro and other cool stuff
  • Photo recipes to help you get the "photo"
É verdade que o "like  a pro" irrita um bocadinho e soa um bocado a pretencioso, mas a verdade é que as dicas são realmente interessantíssimas e melhor do que isso funcionam realmente. Após a leitura de alguns capítulos ficamos a saber que todo aquele arsenal de butões não são afinal comandos para jogar na playstation 3. Quanto a vocês não sei, mas só pelo "Shooting people like a pro" este livro já deve valer a pena ler. Soa-me que muito taliban adquiriu esta referência de ISBN...