2008/03/21
Mãe és querida...
2008/03/19
Ele, ela...
2008/03/15
2008/03/14
2008/03/13
Piropos à trolha.... Para que a arte nao caia em desgraça...
> 1. Com um cu desses estás convidada para cagar em minha casa!
> 2. A tua mãe só pode ser uma ostra para cuspir uma pérola como tu!
> 3. Só queria que fosses uma pastilha elástica para te comer o dia todo.
> 4. Tens um cu que parece uma cebola! É de comer e chorar por mais!
> 5. Oh boa, com um cú desses deves cagar bombons!
> 6. És como um helicóptero: gira e boa!
> 7. Um dia pensei levar-te no meu coração.Mas depois topei que era muita
> areia para o meu camião...
> 8. Usas cuecas TMN? É que tens um rabinho que é um mimo!
> 9. Que belas pernas! A que horas abrem?
> 10. Ó Fevera! Junta-te aqui à brasa!
> 11. Ó joia! Anda aqui ao ourives.
> 12. Ó linda, sobe-me à palmeira e lambe-me os cocos...
> 13. Sabes onde ficava bem essa tua roupa? Toda amarrotada no chão do meu
> quarto...
> 14. Acreditas em amor à primeira vista; ou tenho que passar por aqui mais
> uma vez?
> 15. Contigo filha, era até ao osso!
> 16. Quem me dera que fosses um frango para te pôr um pau no cú e fazer-te
> suar...
> 17. Quem me dera que fosses um carrossel para te montar o dia todo por 100
> paus...
> 18. Não és nada má! Já tive pior e a pagar!
> 19. Oh boa! Aposto que hoje é o teu dia de anos... Não queres vir cá
> soprar
> na vela?
> 20. Oh boa! Até te fazia um vestidinho de saliva!
> 21. Quem me dera ser um barco pirata para ir descobrir o teu tesouro!
> 22. Andas na tropa?!... É QUE JÁ MARCHAVAS!
> 23. Sobe aqui ao andaime, que eu já estou com ele montado!
> 24. Ó filha anda cá que o pai unta-te!
> 25. Tanta carne e eu em jejum...
> 26. Gorda como estás vê-se logo que nao suas muito...
> 27. Se o teu cu fosse uma torrada tinha de barrar a manteiga com um remo!
> 28. Contigo... era até achar petróleo!
> 29. És católica?... É que tens umas mamas, valha-me Deus!
> 30. Posso não ser bonito como o Brad Pitt, nem ter os músculos d o
> Scwarzenegger, mas a lamber sou uma Lassie...
> 31. Se é verdade que somos o que comemos, eu amanhã podia ser tu!
> 32. Come to me, que eu como-te a ti...
> 33. Com uma montra dessas... imagino como é que é o armazém!
> 34. Olha, queres ir lá a casa para ouvir música? Se depois não gostares da
música, podes vestir-te e ir embora !!
< 55(aurora) - com uma bilha dessas, até eu ia à fonte!
(É para tirares umas ideias ;)
2008/03/12
2008/03/10
2008/03/09
2008/03/08
Dia do insólito
Sentei-me na esperança de momentos mais sossegados e um pouco mais sanes. Pouco depois reparei que tinha pedido demais. Uma velhota falava na minha direcção, gesticulava com uma maneira particularmente serena, sorria de uma maneira assíncrona e tornava-se verdadeiramente assustadora quando intercalava os sorrisos com silêncios espaçados e alterações de humor abruptas. Eu aproveitei os headphones, o leitor de mp3 e decidi aumentar o volume até não ouvir quaisquer vestígios de palavras loucas. Seria agora que o sossego iria chegar? Pois está claro que não. Um fiscal de rua (aka drogado) veio ter comigo inquirindo sobre possibilidade de ser presenteado com uma moedinha. Dirigi-se nos seguintes modos, pxi ou? Tás a oubir? Eu olho para ele e rosno um mal disposto sim? Ele olha com olhar vago e diz arranja-me uma moeda! Eu ainda fiquei em dúvida se ele estava a gozar, mas pouco depois reparei que ele estava mesmo a dar ordens. Eu não aguentei e respondi-lhe no meio de uma risada parva e sonora, pois tá claro! Ele ficou meio alucinado a olhar pra mim e voltou com um então a moeda? Eu olhei para ele sem dizer nada e esperei que ele continuasse a vida dele. Ele virou o olhar, agiu como se nada fosse voltando-se pra velhota que me vizinhava dizendo. Arranja-me uma moedinha? Eu ri-me. Afinal o gajo aprende rápido. Afinal havia mesmo de lhe ter dado a moeda, o rapaz merecia. Quanto mais não seja pela lição de funcionamento da psique humana. Sagacidade a esta gente não falta. E se não estou enganado as moedas também não devem ser assim tão escassas...
Acho que por hoje é tudo.
2008/03/07
Under the Gun -- The Killers :D
Hidden under his eyes
But she's an angel for sure
She just can't stop telling lies
But it's too late for his love
Already caught in a trap
His angel's kiss was a joke
And she is not coming back
Because heaven sends and heaven takes
Crashing cars in his brain
Keep him tied to a dream
And only she can set him free
And then he says to me
Kill me now, kill me now, kill me now, kill me now
Kill me now, kill me now, kill me now, kill me now
Yeah she's got a criminal mind
He's got a reason to pray
His life is under the gun
He's got to hold every day
Now he just wants to wake up
Yeah, just to prove it's a dream
Cause she's an angel for sure
But that remains to be seen
Because heaven sends and heaven takes
Crashing cars in his brain
Keep him tied to a dream
And only she can set him free
And then he says to me
Kill me now, kill me now, kill me now, kill me now
Kill me now, kill me now, kill me now, kill me now
Stupid on the streets of London
James Dean in the rain
Without her it's not the same
but it's alright
Because heaven sends and heaven takes
Crashing cars in his brain
Keep him tied up to a dream
And only she can set him free
And then he says to me
Kill me now, kill me now, kill me now, kill me now
Kill me now, kill me now, kill me now, kill me now
Again and again
2008/03/05
Sinos, detestas sinos...

Sinos? Ela nunca gostou de sinos. Não tolera nada daquilo que estas pequenas peças de corpo metálico representam. Vê no ecoar severo uma rotina autoritária, um chamamento obrigatório. Ela sempre foi uma amante da imprevisibilidade. Abraçou desde cedo peito alegre do desconhecido. Foi sempre fiel a si mesma. Possui um terno sorriso, um falar dinâmico, parece que para ela é sempre sexta feira, fala com uma alegria contagiante e não hesita um momento para reflectir nos mundos paralelos do que poderia ou não deixar de ser. Tem mãos harmoniosas, talhadas de um castanho escuro lavado. Espelha no andar a determinação e força de espírito que a caracteriza. À falta de melhores adjectivos posso dizer que ela é diferente. Ostenta em si uma luz que esconde um pequeno mas definido brilho. Os olhos confundem-se com a banalidade do amanhecer, mas tem a ternura de um fim de tarde solareiro. É teimosa como uma criança birrenta. Às vezes consegue ser um bocado irritante e chata, mas é-o sempre com uma elegância e naturalidade que a torna encantadora. Acima de tudo é feliz. Partilha com amigos e o mundo em geral aquilo que mais lhe aquece a alma e tem por hábito sorrir com os olhos. Não respeita a falsa virtude da linguagem e liberta as emoções na vulgaridade do calão. À primeira vista ficamos com impressão de se tratar de alguém com má formação, com o passar do tempo reparamos que toda a agressividade, rudeza presente nas palavras que respira não são mais que uma forma de gritar com o mundo. Não é um ser revoltado, mas a sua intempestividade é mais que visivel. Vive rodeada de amigos, raramente se encontra sozinha e quando isso acontece refugia-se na companhia fiel do leitor de mp3. Ao falar a curta distância posso reparar no seu cheiro reconfortante, é uma fragrância que desconheço e não consigo descrever com grande exactidão, é um odor de razoabilidade, desperta no olfato uma sensação harmoniosamente agradável, é um cheiro incisivo. Tem a pele macia, de um agradável toque. O sorriso é um hino à geometria, parece respeitar todas as regras de simetria, os dentes de marfim alegram o mais cabisbaixo transeunte. É de uma bondade impressionante, não hesista em estender o braço. É desconfiada e exagera na quantidade de perguntas quando se perde em algum assunto. Os lábios preenchem um perfeito gradiente entre o castanho da pele e o rosa da parte interna da boca. Tem uma lingua lasciva e utiliza-a frequentemente em sinal de provocação. Mas não gosta de sinos, não gosta da previsibilidade nem acredita no destino. No entanto acredita no para sempre, acredita na existência de um testo para cada panela e a cima de tudo acredita em mim e limita-se a sorrir de forma aparvalhada ao meu olhar perdidamente fixo. Já disse que não gosta de sinos, nem da previsibilidade? Não gosta da musicalidade clerical, mas gosta de mim...
2008/02/29
Hino aos Trolhas
"Ohh jeitosa.. tens ums olhilnhos.. que que.... fodia-te esse cu todo"
"Pxi ó boa, anda subir aqui ao andaime que já tou com ele montado..."
"Mulher não vale nada, até o pobre tem uma.."
"Para evitar filhos, fode com a cunhada - só nascem sobrinhos."
"Mulher é igual a pão de forma: Quadrada, casca dura, miolo mole e se não comer logo, mofa."
"Nem todas mulheres se realizam no fogão. Muitas só encontram a felicidade no tanque."
Este post surgiu de uma conversa profunda, tipica de casa de banho com, o excelentissimo Maurício...
Obrigado rapaz. O que era de mim sem ti...
2008/02/28
A nossa musicalidade
No, I don't wanna fall in love (This world is only gonna break your heart)
No, I don't wanna fall in love (This world is only gonna break your heart)
With you
-Olha olha. Não me acredito que também ouves Him. Adoro a música Wicked Game.
-Quem te disse que isto é Him? Chama-se Chris Isaak e é uma reinterpretação de um dos
maiores sucessos da Ágata. És uma ignorante.
-Sim claro. Já me esquecia que aqui o entendido em música fatela és tu!
-Presumo que fatela seja o equivalente ao rasca mas dito por uma betinha de cascais certo?
-Mas uma betinha muito bonita certo? Uma betinha que tu não te importavas nada de...
como é que vocês dizem mesmo? Ah já sei... Uma betinha boa para afiambrar. Vocês gajos são todos iguais.
-Cabreiros queres tu dizer?
-Cabreiros? Que é isso!
-Não sabes o que quer dizer cabreiro? O teu grau de betice atinge níveis inimagináveis.
-Continuo à espera...
-Bem ser cabreiro é possuir a fantástica arte do maçarro.
-Maçarro? Então? Estás a gozar com a minha cara certo?
-Presumo que não saibas o que quer dizer maçarro...
-Pois, devia?
-Claro que devias, como é que queres entender a profundidade dos diálogos nortenhos se nem sequer conheces o dialecto base? Gajas...
-I'm waiting...
-Ser maçarro é ser rude, desprovido de elegância, azeiteiro no pior sentido da palavra.
-Ah ainda bem que nos entendemos. Que música é essa que tens no mp3?
-Quê, não me digas que não conheces isto.
-Sim conheço sei a letra de cor,
-...Então seguirei meu coração, até o fim
Pra saber se é amor
Magoarei mesmo assim, mesmo sem querer
Pra saber se é amor
Eu estarei mais feliz mesmo morrendo de dor (yeah)
Pra saber se é amor, se é amor...
-Então pah? A ouvir J Quest? Não tens vergonha. Musiquinha de senhora?
-Vocês gajas não estão sempre a dizer que nós gajos somos uns insensíveis? Pois então? Isto é só para ajudar a desenvolver o meu lado feminino.
-Por este andar ainda te vou ver a ouvir Tony Carreira.
-Não minha querida não sou assim tão perfeito. A minha personalidade molda-se, é verdade, mas há limites para tudo...
-É mesmo verdade?
-Verdade?
-Que eras capaz de magoar só para saber se é amor?
Ela ri-se com ar cúmplice.
-Claro que era. Ontem quando saíste ainda pensei em dar-te com a cadeira nas costas
Ela ri-se de uma maneira compulsivamente idiota.
-Pois. É a sorte que tenho. Ou cagam para a minha existência ou dão-me com cadeiras
e mobília diversa.
-Cagam para a tua existência. Em português existe a palavra indiferença. Hás-de experimentar usa-la.
-Olha que lata, fala o gajo que só diz caralhadas!
-Ora essa. Quanta revolta. Caralhadas? E isso são lá maneiras de falar? Logo tu
que até andaste nos escuteiros. Devias ter vergonha.
-Olha-me este gajo a gozar com a minha cara. Vou ter de aturar as bocas dos escuteiros durante a vida inteira?
-Ora essa claro que não... só enquanto eu for vivo.
-Foda-se que sorte a minha.
-Tens a certeza que desististe dos escuteiros? Eu acho que foste expulsa por síndroma de Tourette.
-Vou fazer de conta que não ouvi. Por falar em ouvir que merda é essa que tá a bombar nesse
teu mp3 maricas?
-...This is the way you left me
I'm not pretending
No hope, no love, no glory
No happy ending...
-Mika!? És gay! Só podes ser gay!
-Porquê tu não ouves Mika?
-Sim mas eu sou gaja.
-Ah claro, não tinha reparado!
-Isso é uma boca por ter as mamas pequenas?
-Não tenho nada contra as tuas mamas. Alias até as acho bastante interessantes. Se
as tuas mamas falassem acho que seriam bem mais educadas que tu.
-Olha mas que merda, tas com uma moral do caralho. Passas a vida a dizer merda e agora tás com umas fitas merdosas.
-Parabéns.
-Parbéns porquê?
-Atingiste um novo record de palavrões numa só frase.
-Irritas-me
-Eu sei. E é tão divertido não é?
-É...
2008/02/25
Saindo da gruta
-Pões-me nervoso. Sinto-me como que se estivesse prestes a fazer um exame à próstata.
Ela ri-se, fita as suas mãos, já mais calmas dizendo
-Bem desde que me vejas como uma médica simpática, não vejo problema nenhum. Já agora, tens mesmo de imaginar um exame à próstata!?
Ele sorri, sente-se parvo.
-Pois, agora que já conheces as minhas fantasias sexuais já podemos ser verdadeiros amigos...
Ela dá uma gargalhada e olha-o de uma maneira extremamente divertida. A resposta que lhe dera tinha tanto de cómica como de evasiva.
-Confessa lá estás nervoso por minha causa!
-Não, achas? Só estou assim porque hoje é o meu primeiro dia nas aulas de ballet.
-Ah claro, ballet. Como é que não me lembrei disso. Logo tu que tens uma predilecção por danças.
-Estás a ver como tu me conheces?! O que era de mim sem ti?
-Bem talvez sem mim a tua t-shirt ainda estivesse seca.
-És convencida sabias?
-É assim que tratas quem te faz suar?
Ele riu-se do que ela acabara de dizer. Interpreta a palavra suar da forma mais lasciva possível. Apesar do seu subconsciente ser tudo menos libidinoso o carácter menos sério na conversa ajuda-o a serenar.
-Pois sim, suava minha querida. Nem sabes tu quanto.
-Claro que sei, suavas como um trolha ao sol. Tipo cantoneiro enquanto limpa as bordas da estrada.
-É bom saber que me vês como um trolha, de cerveja na mão. Já agora nesse teu edílico mundo eu também mando as típicas bocas?
-Não, no meu mundo tu és um mudo surdo que sua por todos os lados.
-Ah. Sempre tão querida. Se não fosse homossexual dava-te um beijo.
-Tu só não me dás um beijo porque eu te faço suar.
Ele estremesse por dentro, mas oculta o terror que sente com um riso enganador e mais uma saída insólita.
-Sabes muito bem que só suo porque o teu pai tem um talho e imagino-te constantemente de cutelo na mão a dizer quer lombo ou costeleta?
Ela ri-se compulsivamente, os olhos brilham e o sorriso espelha a alegria com um misto de desconcerto.
-Pois tinha-me esquecido das minhas origens. Estou a ver que nem o facto de estar a finalizar o curso de advocacia te faz esquecer a minha infância de carniceira.
-Nunca me vou esquecer dessa tua faceta. Não imaginas como és sexy de toucinho na mão.
Ela ri-se de novo. Ele finge ter falado sério. O frio, o nervo miudinho e o tremer generalizado tinha acabado por se dissipar por entre cada frase parva que tivera pronunciado até então.
Toca a campainha a aula chama-se ciências sociais.
Ela levanta-se deixando que os seus olhos se arrastem num movimento vagaroso. Ele permanece impávido imaginando esta despedida breve em forma de ósculo estrelar...
2008/02/24
In the wind...

How many roads must a man walk down,
Before you call him a man?
How many seas must a white dove sail,
Before she sleeps in the sand?
How many times must cannonballs fly,
Before they're forever banned?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind
How many years can a mountain exist,
Before it's washed to the seas
How many years can some people exist,
Before they're allowed to be free?
How many times can a man turn his head,
Pretend that he just doesn't see?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.
Yes and how many times must a man look up,
Before he can see the sky?
Yes and how many ears must one man have,
Before he can hear people cry?
Yes and how many deaths will it take till he knows
That too many people have died?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind
2008/02/23
2008/02/20
2008/02/19
Caseirices...
A primeira fase da missão: A base das pizzas.

Fase dois: A parte em que a gente dá cabo delas.
A missão seguinte chama-se:Assado de Domingo, a pior das missões

Missão Pãozinho da Mãe:

Atenção. Estas missões foram feitas por pessoal especializado. Gente que pratica durante anos a fio. Os treinos são duros e somente ao alcance de uma elite. Be aware, this is not kid stuff.
Fica aqui a cara da minha irmã quando se lembra do assado da mamã:
2008/02/18
2008/02/11
Passeio de domingo
2008/02/10
2008/02/09
2008/02/08
2008/02/07
Poemas de casa de banho
Pedra, vuraco, ... -->És de vijéu??
A inscição na pedra

normalmente os livros de pequena dimensão chamam-me à atenção. Se os autores escrevem algo que cabe em poucas páginas é porque em princípio o conteudo deve estar bem condensado e não há tempo para viagens filosóficas muito chatas. Este livro não é sobre geologia, é sobre computadores. Em 192 páginas Hillis consegue cobrir toda a computação de uma maneira quase infantil. Quase todos nós já ouvimos a frase célebre de que o computador funciona com 0's e 1's, mas se perguntar-mos às pessoas como é que 0's e 1's são capazes de efectuar cálculos e servir a base de todos os complexos sistemas informáticos aí as respostas não serão tão fáceis. Uma das mais engraçadas reveladoras e interessantes histórias que se pode ver descrita neste pequeno manual é a programação do jogo do galo feita numa maquina mecanica com paus e fios que se encontra actualmente no museu da ciência do MIT.
Quando a gente assiste a uma cadeira no ensino superior é muitas vezes confrontado com equações, teoremas e respectivas demonstrações e é incrível como no meio disto tudo se esquece por completo a ciência. Na inscrição de Hillis somos presenteados com ciência no seu estado mais puro, é-nos dado a conhecer as ideias por detrás dos teoremas. As brincadeiras que justificam demonstrações tudo sob uma linguagem universal. A da imaginação...
2008/02/05
Lutas ao vento...
-Não sei, acho que não fui a lado nenhum, no entanto não me recordo de ter parado um momento que fosse.
-Mas então e por onde andaste?
-Andei a correr atrás de mim, com medo de ser apanhado.
Ficaram os dois com cara de parvos a admirar o semblante risonho que ambos espelhavam na cara. As maças do rosto muito vivas, o sangue parecia correr colérico nas veias, ao mesmo tempo que os olhares eram serenos, cheios de paz. Acho que a palavra é sossego. Conceito raro neste apressado mundo em que vivemos. As pessoas que passavam ao longe mostravam uma nítida pressa, um nervo miudinho que as consome. Pobres almas, esqueceram o que é viver e jogam a vida num corridinho constante. Fazem-me lembrar a figura ridícula que um boi faz quando tenta apanhar a sua própria cauda. Eles escolheram manter o mundo à parte. Decidiram um dia que iriam empurrar todo o stress do quotidiano para longe deles. Escolheram olhar a felicidade mais de perto. Ele repousa deitado sobre o frio do cimento e olha o céu com esperança no olhar. Não sabe o que vai ser o futuro, mas isso também não interessa, está mais preocupado em congelar o tempo no presente em que se encontra. Conta as nuvéns e deixa que o vento lhe beije os cabelos. Sorri. Ela brinca com uma flor e murmura bem me quer, mal me quer, bem me quer, mal me quer... ele ouve o murmúrio diz em voz baixa, mal te quer, mal te quer... Ela atira a flor para longe e deixa que o seu olhar se fixe no arrastar das folhas pelo chão. O vento dá sinal de si e ouve-se um assobio baixo, ela vira-se de frente para a corrente e deixa que o vento a abrace. Sorri e inicia um cantico qualquer. Provavelmente a última música que ouviu no leitor de mp3. Ele fecha os olhos e tenta respirar a voz melodiosa enquanto ouve o som do silêncio. De repente cansa-se e levanta-se, ele olha para os cabelos que esvoaçam e dirigi-se devagar para trás de um muro vizinho. A música acaba e ela abre os olhos. A expressão muda. O ar sereno transforma-se num sorriso maroto. Dá duas voltas sobre si mesma e desata a rir. Para onde foste desta vez meu palhaço? Fez-se silêncio. Ela voltou. Sabes? Tou muito melhor sozinha. Antes só do que mal acompanhada... Seu gay! Ele ri-se e denuncia a sua posição! Ela dirige-se silênciosamente para o local onde lhe pareceu ter surgido o som Sabes uma coisa? És muito mau a jogar às escondidas!. Ele supreende-a por trás gajas, vê-se logo que não entendem nada de estratégia militar. Sorriem de um modo deliberadamente parvo, ele porque adora que as partidas que engendra tenham sucesso e ela porque detesta fazer figura de parva mas não gosta de dar o braço a torcer.
-Saiste-me cá um artolas!
-Oh tadinha, vai fazer beicinho?
-Não, achas? Mais depressa te dava um murro no focinho.
-Oh não eras capaz. Não agora que acabaste de “tratar” das unhas.
-Tens razão um pontapé na cara se calhar era melhor ideia.
Ele ri-se, ela dá-lhe um beijo.
-Então? Mas que tipo de luta é esta? Jujitzu?
-Não é judo, eu sempre gostei de agarrar!
Ela ri-se e agarra-o com força.
-Olha lá não me rasgues o “kimono” que eu não tenho aqui segundo equipamento e a casa ainda fica longe.
-Ah não te preocupes a gente não precisa de equipamento para lutar. Gosto do conceito luta corpo a corpo no sentido literal da coisa ...
2008/02/03
Ensopado de nabiças
Sismos, terramotos, tempestades é tudo malta amiga...
2008/02/02
Araújo o grande...
Mais do que um estado de alegria, o humor pode (e na minha opinião deve) ser a mais eficiente maneira de criticar, expor injustiças, e de abrir os olhos de muita gente.
P.S -- Quem nao achar piada tem sempre os malucos do riso na sua nobre missão:
Entorpecimento da alma é poder!
2008/01/31
Messenger Unplugged
Qual será a frase romântica de amanhã?
Se acha que amanhã irá ser uma musica de Tony (abandona)Carreira vote 1
Se acha que amanhã irá recitar um poema de Cláudio Ramos vote 2
Se acha que vai ser internado de urgencia marque 3
Se se encontra a vomitar, extremamente mal disposto, com cólicas e branco na cara face ao ataque que esta frase lhe causou não vote, dirija-se antes ao hospital mais próximo
2008/01/29
2008/01/28
Uma pizz(?)a bem grande...
O que é preciso é merda...
2008/01/26
Um comentário para eu...
- Eu também...
- Ah isso fez-me lembrar uma cena que eu...
- Por falar nisso eu...
- Agora fizeste-me lembrar uma expêriencia minha..
Façam um favor à humanidade e prossigam nesta luta colectiva do individual. O mundo assim tem outra cor... A cor que eu quiser.
2008/01/25
2008/01/23
2008/01/21
2008/01/20
Insólitos messenger...
A pergunta que se faz é:
Feiticeiro caracol...
Hoje chove. Não como nos restantes dias, neste a água parece querer furar o chão. Cai com uma força incrível, bate no passeio como a querer-se vingar na sua existência. Faz frio, é um daqueles dias em que a gente acorda e vê tudo branco coberto de geada, infelizmente aqui não há. Na minha terra natal, a estas horas está tudo como que coberto de neve. Adoro a sensação de estar deitado na cama e sentir o abraço dos cobertores, o apoio materno da almofada. Fecho os olhos e imagino-me um caracol. Encolho-me o mais que possa e tento esconder-me do mundo. Aqui neste quarto nu, dentro destas quatro paredes eu sou único. Mais ninguém é caracol como eu. A sensação de conforto aumenta a cada gota que bate na janela. Sempre que ouço um assobio do vento arrepia-se-me a pele e fico mais sensivel ao calor febril que me envolve. Nestas alturas adoro dormir sozinho e não ter de partilhar o meu casulo de caracol com mais ninguém. Não tenho despertador e na verdade não sei o que é pior, se ter uma maquina a ditar o nosso levantar se o facto de ser-mos nós a fazê-lo. Enquanto se fazem horas a chuva vai moderando de intensidade e eu vou despertando. A sensação é sempre a mesma, uma tranquilidade, relaxamento que apazigua. Eu gosto. Levanto-me e dirijo-me para a janela, o céu está cinzento triste, o sol não se vê. Ao longo das compridas ruas pessoas andam apressadamente, tolhidas, tentando evitar o mais que possam a chuva que os persegue. Dá-me vontade de ir para a cama. Quero ser de novo caracol. Tomo um banho relaxante, limpo toda sujidade nocturna e preparo para me transformar em feiticeiro. Visto a roupa habitual e escondo-me debaixo da volumosa casaca. Saio de casa e percorro o trajecto do costume até ao meu local de trabalho. Enquanto a chuva me bate na cara eu torno-me invisível. Olho para as pessoas e imagino como seria passar pelo meio delas. Um enorme prédio faz-me percorrer o dobro da distância. Como seria se eu pudesse atravessar pelas paredes da enorme massa cinzenta? Ao passar a primeira fila de cimento dou de caras com um casal vestindo-se apressadamente anda, vamos, dentro em breve chega o teu marido, aproveito a situação e aplico um dos meus poderes mágicos ao infiel da zona, teve diarreia o resto do dia. Para lá do segundo bloco de tijolos encontrei uma menina pequena a preparar-se para as aulas. Estava a preparar o lanche da manha e acabava apressadamente alguns dos trabalhos que fora encarregada de fazer. É hora de aplicar a minha segunda magia, está um dia horrivel para esta menina sair de casa, faço o telefone tocar, a menina atende e ouve olá fala de casa da dona Conceição? -Sim, quem é? -É da escola primária, era para avisar que hoje não há aulas a menina sorri, atira com os cadernos para o chão e volta para a cama. Ela ao menos pode ser caracol. Sigo em frente, cada vez mais adoro fazer feitiços. No apartamento seguinte tenho um quarto vazio é de um estudante universitário concerteza. Dormiu fora. Das duas uma, ou lhe calhou a sorte grande e agora está com a sua caracoleta a fazer caracoizinhos ou então está a fazer de roupa velha, bébedo e enxarcado encostado nalguma valeta suja. Pela arrumação do quarto está a fazer caracóis. Que feitiço hei-de aplicar aqui? Nesta altura lembro-me do que é chegar a casa depois de uma noite atribulada. O que a gente dá por um bom banho, e uma cama quente? Este rapaz tinha deixado a janela aberta e o quarto estava uma bagunça. Assim não fica difícil saber o que fazer. Num ápice toda a água desaparece, a temperatura aumenta e a porta abre-se foda-se que saudades que eu tinha da minha cama... Aahhhhhh... Bons sonhos. Acabo de atravessar todo o prédio e chego finalmente ao meu destino. Deixo o feiticeiro de lado e volto à normalidade. O que serei amanhã?
2008/01/17
A puta da palavra
ide pro caralho bois da merda, ide trabalhar que isto aqui não se aprende nada...
2008/01/16
O génio da comédia capilar...
2008/01/14
Na noite
A noite acabrunha as sensações. O escuro da esquina anuncia a chegada do gelo nocturno. Está frio. Olhando em redor a única coisa que se consegue sentir é o cheiro húmido do rio que passeia monotonamente pelas serras circundantes. A presença da noite é habitualmente lembrada como um recolher de corpos, momento em que descansam as almas. Está vento. Um vento húmido, corpos massissos de ar empurram-me o corpo para trás, uma força invisível que me sustenta na vertical. Costumo fechar os olhos, gosto de sentir o severo das sensações, o beijo frio do ar na minha boca febril. São aproximadamente dez da noite. Nestes dias de inverno o sol despede-se cedo. O sono apodera-se de mim e passeia lado a lado com o entorpecimento do corpo. Sinto uma preguiça assustadora. É bom o frio. Ajuda a dizer não à inércia que nasce vinda do nada. Guardo sempre esta altura da noite para estar contigo, para relembrar o que fui contigo. Os passeios longos, vagarosos, como dias de verão que partilhei contigo. A cumplicidade, a sintonia no olhar, o sincronizado respirar. O frio ajuda. O fresco na cara faz com que te sinta, como uma mão que passa rente à pele tocando somente as pontas capilares. És como um estar virtutal. Na verdade nunca passaste disso. Nunca deixaste de ser o que eras, não sendo nada. Costumo vir até aqui, à beira do rio. O som da água veloz nas pedras inertes inspira um sentimento sinistro que a noite acaba por tornar aterrador. Eu gosto do som. Sento-me contigo em cima de uma pedra sombria e respiro todo o horror da noite. Transformo o terror inalado numa tranquilidade muda. Abandono-me por completo à viagem que a natureza nos proporciona. A sinfonia que presenciamos é de uma profundidade musical transcendente. O assobio do vento sobrepõe-se sobre o caminhar da água no rio. A percussão entra a meio do concerto sob forma de gotas de chuva. Mas ainda não está cá todo o grupo musical, faltam os trovões. O cenário não é realmente verdadeiro sem o ecoo dos trovões. Aquela voz grave de tenor, que anuncia a tragédia do dia. Todo o cenário é o mais puro contraste. O preto no branco. A diferença entre o bem e o mal. O mais concreto invisível. Eu irradiando uma felicidade ímpar, sentindo no colo o teu calor e nas costas o implacável frio da chuva. É raro estarmos os dois. Tu só apareces em dias de concerto e os trovões não gostam de actuar com grande frequência. Em nosso redor árvores centenárias abrigam-nos da vista curiosa da gentalha que acidentamente passa por ali. Somos como que abraçadas por estas entidades divinas da natureza. Gostava de falar Arvorez, olhar para o Castanheiro imponente e pedir-lhe que nos elevasse no ar. Ouvir melhor o cântico da chuva. Assistir na primeira fila à eterna representação teatral dos pássaros que voam invisíveis no ar, detectáveis unicamente devido ao seu chilrear característico. Gostava de falar com o vento. Pedia-lhe que nos levasse de pedra em pedra, de margem em margem. Com sorte o rio achava-nos graça e convidava-nos para passear com ele. Fazia-mos dos nossos sonhos uma canoa e iniciava-mos uma longa escalada rumo à nascente que lhe deu origem. Como eu gosto de me sentar contigo. Poder viver o mundo de uma maneira diferente. Viver sem existir. Sem ser eu. Viver e ser tudo o que sempre quis ser. Pular de sonho em sonho com a frequência do vento. Encarnar cada gota de chuva como uma diferente personagem. Ser pirata, ser cowboy, caçador de tesouros. Ser peregrino, alma penada. Ser mau, alma vingada. Ser bom, possuidor de um aviltante coração. Encantador, uma eterna tentação. Ao som da chuva sou tudo o que quero, ao frio do vento eu sinto a vida em mim. No teu calor eu sinto a esperança e a luz do dia...
2008/01/13
Massacration - Evil Papagali
O lado negro do papagaio...

Came From Hell
He is little green
He is very well
He likes to play
He likes the milk
He likes to fight
He likes to kill
I met a bird that
Came from hell
He is little green
He is very well
He cannot fly
And he is revolt
He don't like me
And then he told
What?
Chorus:
Lôro
Lôro quer biscoito!
Evil Papagali
He wants to kill
He ordered me to
Puta que pariu
Evil Papagali
He is animal
He got the power
Of heavy metal
He's got the power
Of The furation
You feel the pain
Is the bication
He's master of hell
And we're
Massacration
He wants to speak
To all the nation
(Chorus)
Curupaco feel
the fire
Curupaco feel
Curupaco kill
With power
Curupaco kill
(Chorus 2x)
2008/01/05
Já te disse?
2008/01/01
2007/12/31
A idade da razão...
2007/12/29
Dignidade
Digno: merecedor, honrado, que vale a pena
...que vale a pena, ouviste personagem "preta"? Sim estou a falar para ti caro amigo personagem que passeias por mundos melancólicos e tristes. Posso estar enganado, mas apesar da imensa e variada companhia que te acompanha no teu quotidiano o que vai aí dentro parece ser um imenso vazio, um mar denso de nada. Más notícias: ninguém te pode ajudar a não ser tu próprio. Boas notícias? Bem acho que a maior parte dos seres humanos habitantes neste cantinho do universo já sentiram aquilo que tu estás a sentir. Decidi vaguear pelo mundo das palavras porque tu és digno, vales a pena, e precisas de retirar todo o marasmo doentio que te percorre o corpo e que te envenena a razão, toldando as tuas atitudes e impedindo que respires os dias como o deverias fazer. Como qualquer deve fazer. Disseram-me um dia que só temos uma vida e que a devemos aproveitar ao máximo. A mensagem que me foi cedida é a melhor prenda que eu tenho para te dar este ano. É difícil eu sei. É complicado levantarmos a cabeça, o nosso psicológico não se resume a um problema mas sim a toda uma conjuntura que nos leva à boa disposição ou ao inverso e inevitável estado depressivo. É também normal que tenhas muita gente fútil que te queira vender uma das maiores mentiras do mundo, de que a vida é um mar de rosas. Eu tenho uma novidade, isso não é verdade. Essa gentalha que insiste numa vida fútil (a esses eu respondo parafraseando Russel no seu 10 mandamento) e despreocupada acha que sabe viver e que anda cá para dar uma lição aos outros achando que somos todos uns equivocados e que não sabemos viver a vida. Esses um dia a vida irá fazer o favor de lhes mostrar o lado lunar da realidade. Da mesma maneira que a vida não é um mar de rosas, pintada em tons de bege também é verdade que neste há montes de pequenas coisas que nos fazem sorrir pra vida. Que tem a imensa capacidade de nos levantar a moral, que nos deixam felizes de uma maneira genuinamente verdadeira. Voltando um pouco à tua realidade, quem é que nunca foi decepcionado? Pensas que és o único? Que vais mudar o mundo, tentando ser a melhor pessoa possível? Aqui também tenho uma novidade. Essa preocupação só irá fazer com que a tua angustia aumente assim como o sentimento de injustiça e revolta. Há coisas que simplesmente não valem a pena, ou melhor que não são dignas. Ninguém, e volto a repetir para que essa cabeça automatize esta minha instrução, ninguém tem o direito de gozar com os nossos sentimentos. O humor é das melhores coisas que o mundo tem para nos oferecer, mas gozar com a dignidade das pessoas, por em causa o teu ser e a condição de "vale a pena"? Hum, não me parece. A dignidade é o melhor barómetro no que diz respeito ao "levar a cena a sério!". Não te esforces por mostrar que és alguém digno de um determinado sentimento, a única coisa que aprendi das poucas experiências que tive, é a de que não nos devemos preocupar nem lutar por ninguém, afinal de contas se nos merecem essa luta não é necessária. Quando dás de ti ficas exposto ficas frágil e quem gosta de ti e respeita a tua dignidade nunca iria querer essa tua fragilidade, até porque frágeis não deixamos passar para fora aquilo que somos verdadeiramente. E quem gosta de ti quer-te como és, com defeitos, virtudes, bla bla bla. Eu como o resto do mundo também passei dias negros, houveram dias em que a vontade de enterrar a cabeça era maior do que a de respirar. Resolve alguma coisa? Não. Eu sei que mais cedo ou mais tarde vais abrir os olhos, todos nós gostamos de viver, quem acredita na existência de pessoas que não sabem viver é porque são inconscientes, porque simplesmente nunca tiveram problemas a sério para resolver. É daquele tipo de gente cujo principal desafio da sua existência é ter uma roupa fixe para sair à noite, ou aquele que se queixa do BMW dado pelo papa no natal, ou então aqueles que lamentam certos insucessos académicos. Quando olhas à tua volta e reparas neste tipo de problemática existencial tomas consciência de que o mundo anda cheio de gente parva, e isto é maravilhoso, já viste a quantidade de tristes iludidos que vagueiam neste mundo? O potencial humorístico que estes tristes encerram? Ai que eu adoro o meu BMW gosto tanto de cagar estilo com isto! É tão fashion. Ai o meu papá vai-me dar um apartamento em lisboa para eu levar pra lá as putas todas que conseguir pagar com o dinheiro (de quem? de quem?) do meu papá... Quanto ao tema "acreditar nas pessoas". É evidente que deves continuar a acreditar nas pessoas, porque afinal de contas neste mundo há muita, mas mesmo muita gente que vale a pena. E se às vezes tropeçamos em gente idiota que não merece o mínimo de consideração alterando um pouco a perspectiva que temos do mundo, moldando a nossa personalidade em torno de algum cepticismo no que diz respeito ao carácter de certas gajas. Também devemos lembrar que há gajas que merecem o devido respeito, assim como nós o merecemos, há putas em todo o lado, sempre haverá, não podemos mudar o mundo, o máximo que podemos é levar mais barato. Mas há gente interessante, com valor e consciente.Gente que respeita e gosta de ser respeitada. Que é suficientemente madura para saber o valor da palavra amor. A revolta é um sentimento natural. Se eu te der um murro é evidente que tu me vais querer dar a devida resposta, o mesmo acontecendo quando pisam a pessoa que somos, mas tens de saber levar isso na boa. Tenho um amigo cuja filosofia é a seguinte:
É evidente que eu não sou extremista ao ponto de partilhar desta opinião, porque toda a gente sabe que há muito "filho da puta" por aí portanto parte das mães possuem a propriedade supra-citada.
Para este novo ano eu desejo-te o que desejo a todo o filho da puta. Um ano novo cheio de sexo e dor peniana (este vocábulo foi roubado ao portefólio técnico da minha querida irmã...)
Hasta irmano!
Frangos e falhanços 2

Boas minha gente. Se me perguntarem um bom restaurante para comer em Aveiro eu não vos sei indicar nenhum, mas se me perguntarem um dvd para rir até cair pro lado, pelo menos para aqueles que gostam de se rir à custa do futebol, como é o meu caso, aconselho esta pérola chamada Frangos e Falhanços. A odisseia vem em 2 DVD's e é um resumo dos ultimos 10 anos da liga inglesa (1 DVD) juntamente com eposódios caricatamente estúpidos a nível mundial (2 dvd). Pah eu já fiz o favor de quebrar direitos de autor portanto se algum de vocês estiver com vontade de rir de situações incrivelmente parvas, é fazer o favor de avisar...
Boas entradas para todos...
2007/12/26
Ode ao pai natal
Divertido traquitana
Vem daí e trás presente
Mete na meia ou no sapato
Deixa na árvore
Ou mesmo na chaminé
Mas não te esqueças aqui do zé.
Sou um puto traquitana
Sou bardina quezilento
Um tratante do pior
Mas mesmo assim não te esqueças
E faz-me acreditar
Que posso ser melhor
Trás presente ó pai barbudo
E não te esqueças
Do meu pedido
Podes até vir mesmo sem pressas
Se não apareces fico fudido
Arranco-te até as cuecas.
És papai lá no brasil
És Noel já nem sei onde
Aqui és velho benfiquista
E pro ano esticas o pernil
Se este não te ponho a vista...
Ai pai natal meu querido
Lembras-te daquele velho pedido?
Foi tão sincero, tão sentido
Faz-me lá a vontadinha
Que eu sou tão fixe, tão certinho...
P.S Escrevi isto sob o efeito do vinho do porto, li à pouco e achei imensa graça ao facto das rimas não existirem da mensagem e sentido também serem escassos. Eu li e ri com isto, mas não vos perdoo se vocês se rirem de mim.. Até vos arranco as cuecas.
O Porto é a minha desgraça. Eu prometo deixo isto o mais rapidamente possivel.








