Este blog é um espaço fundamentalmente pessoal, os assuntos abordados aqui dizem respeito, na sua grande maioria, a experiências, sentimentos, pensamentos do autor. A construção do blog tem como principal objectivo dar a conhecer alguns textos a pessoas que estão longe e às quais quero dedicar estes meus momentos de reflexão (não são muitos, mas é o que se arranja). Obrigado por visitarem o blog! Um abraço.:)
For a long time on that spot I stood Where two roads converged in the wood and I thought: "Someone going the other way Might someday stop here for the sake Of deciding wich path to take." But my direction lay where it lay. And walking on, I felt a sense Of wonder at that diference.
Os dias passam trazendo o sol e o luar Vêm até mim voando baixo Sussurrando a mar Desgostos e desavenças Ecoam da casa ao lado Frenesim e festarolas Ostentam as ruas da noite Gente, gentinha, gentalha Sóis formigas neste trilho O calor que vos aquece, agasalha Não vos tempera neste frio. Penso alto sobre os céus Onde estáis vós? Vejo-te à noite sozinha Dançando na rua escura Ao som da estridente cigarra. És tão quente, tão madura Redemoinhas sensações. No desenlace dos cabelos Vais rodando na penumbra Aquecendo a rua triste Alegrando a noite fria No movimento que dás... Gente, gentinha, gentalha Que te avizinha, atrapalha Rápido foge este luar Com ele, esta doce fantasia Cá te espero, vais voltar, Numa mesma sinfonia Vens rodando devagar Repetindo a luz do dia.
Head out on the highway Lookin' for adventure And whatever comes our way Yeah Darlin' go make it happen Take the world in a love embrace Fire all of your guns at once And explode into space I like smoke and lightning Heavy metal thunder Racin' with the wind And the feelin' that I'm under Yeah Darlin' go make it happen Take the world in a love embrace Fire all of your guns at once And explode into space Like a true nature's child We were born, born to be wild We can climb so high I never wanna die Born to be wild Born to be wild
Caminhava devagar ao lado do passeio de madeira que me guia directo até ao cimo do monte. Num movimento cíclico, passos firmes, decididos, caminho ao som do desconhecido. O sol bate de lado e não magoa a vista. Do meu lado esquerdo tenho o reflexo da minha própria sombra à minha direita o mar, o céu e um fascinante gradiente de cores. As flores abanam como que se estivessem a interpretar os cânticos do vento. A poeira imiscui-se e refracta os raios de sol num efeito melancólico. Em frente um penhasco que se estende fundo até ao mar, acima um cume de terra e um incrível cenário pintado a mil cores. O céu parece uma escala musical demonstrando uma maior diversidade visual que o próprio arco-íris, o azul escuro clareia à medida que vou caminhando o olhar sobre o céu em direcção ao horizonte, à medida que me vou aproximando da linha imaginaria o azul escuro desvanece, dando lugar a um falso branco, que rapidamente se transforma num largo feixe vermelho tijolo. A natureza fecunda parece estar ao rubro, os pássaros voam, pequenas aves fundem-se sobre a parte escura do céu, ao longe sobre o mar gaivotas beijam o vermelho tijolo. Os barcos parecem não querer sair de cena, repousam serenamente sob o leito tranquilo das águas cinza prata. O cenário é demasiado éden para mim, dá-me vontade de rir. Não o faço, sorrio apenas, é demasiado belo para ridicularizar o momento, respiro o ar húmido e refrescante, fecho os olhos e esfrego a cara, quero sentir todo o ambiente em que me encontro. Sou o único a usufruir desta dádiva momentânea, não está ali mais ninguém. Aproveito esta reconfortante solidão viajar no mundo da fantasia. Cheguei ao cume do monte. Sinto-me Cristóvão Colombo, os cães e gatos que ladeiam os restos de uma outrora casa fazem de tripulantes companheiros, o mar são as Américas desconhecidas e os barcos ao fundo são as colónias indígenas. Está tudo perfeito, só me resta o barco, não espera, o barco está mesmo por baixo de mim, é este enorme monte de terra rica em vegetação, basta fechar novamente os olhos e esperar alguns segundos para esta enorme massa rochosa tomar vida e iniciar a sua jornada em direcção às terras prometidas. Nada é impossível , enquanto tiver o som das ondas, o cheiro da rebentação é inevitável o constante ladrilhar de ideias, o fluir dos cenários é pura consequência da minha cumplicidade com a natureza que insiste em me alimentar de sonhos, de vida de um viver excêntrica e eloquentemente. Sei que tenho de acordar dentro de minutos, mas ainda tenho os olhos cerrados a mente viaja a uma velocidade estonteante visito um milhão de vidas num minuto que transformo em cem anos. Abro os olhos, já velho de histórias, mas com um sorriso de bebé, com a alma renascida, desato a correr e desço o monte, com a certeza de que amanhã voltarei de novo, desta vez serei pirata.
Malta o que tá a dar é ser engatatão, sair à noite e comer gajas de uma maneira aleatória. Com bigode também servem, pra ajudar à festa podem aproveitar esta grande banda sonora. Vai ser só CUmplicidade entre a malta. Para todos, o meu ding dong...
Eu gosto bastante de contos de encantar, de reis e fadas madrinhas. Admiro quem tira a tarde para ir à pesca e sou quase fã de muitos castelos e arquitecturas medievais que foram feitas no tempo das espadas, onde o bmw se chamava Shadowfax e tinha quatro patas. É verdade que eu adoro mitologia e venero a arquitectura e design das coroas reais. Serei monarquico? Hum, deixa cá ver. Olha, se calhar não sou. Tenho alguma coisa contra quem seja? Não de maneira nenhuma, vai contra os meus principios de liberdade. Entendo o que as pessoas a favor da monarquia tem na cabeça tirando obviamente os pertencentes à "familia real"? Ora deixa cá ver... Não não comprendo. Para mim não faz muito significado ter uma família a representar portugal. Pah não sei, mas sinto que o meu princípio de "igualdade" sai assim um bocado danificado. Basicamente porque não encontro resposta à pergunta. Porque é que ele pode ser rei e eu não? Será que ele nasceu num berço abençoado? Será que é o sangue azul do FCP que lhe corre nas veias? Se calhar é essa a justificação para a enormidade de campeonatos ganhos pelo Porto, deve ser porque o Pinto da Costa é de descendência real e tem a vantagem de ter o seu sangue azul que arquitecta e manipula arbitros como mais ninguem no mundo, tirando obviamente o Mourinho que é descendente directo de Deus e não se deixa governar por ninguém, nem por ele mesmo! Eu confesso que gosto da figura simpática do duque de bragança, mas quer-se dizer eu não me identifico com aquela personagem, e só porque aquela cara de cu nasceu não sei onde e é filho de não sei quem agora eu vou ter que olhar para ele como representante do meu país? E a minha opinião? Vale de quê? Há quem pense que o facto do cargo de presidente da república ser temporário arrasta consigo problemas, nomeadamente a nível de despesas sempre que se faz valer o direito a voto para eleição do presidente, há quem argumente contra a democracia afirmando que esta não representa um rosto de um país e que a constante mudança de presidente faz com que o país não tenha a notoriedade e a mística que tem os países em que a monarquia impera. Deixam-me que discorde disto? Para já não vejo grande notoriedade em ver um membro de uma familia real a apanhar bebedeiras e a fazer isto e aquilo e o país a ter de levar com este tipo de comportamentos a vida inteira. Eu sinceramente não vejo grandes vantagens em manter um cargo fixo até porque isto vai contra o processo natural de evolução. A sociedade está em constante mutação os ideais mudam, o quotidiano das pessoas muda em função das condições economico-sociais, o mundo gira e é também natural que o rosto que representa um país também esteja em constante mudança. Mudar não é mau, não é sinal de instabilidade é um processo natural que é consequencia imediata do conceito evolução. Eu respeito todos aqueles que lutam por uma causa monarquica. Mas eu escolho lutar pela minha causa democrática, nesta causa todos podemos ser reis, presidentes, magos e cavaleiros do rei artur. Numa monarquia só vingam aqueles que "supostamente" tem sangue azul. E pronto tenho dito...
Cada vez que a gente se magoa fica a sensação que um pedaço daquilo que somos enquanto crianças que vai embora. Tendemos a ficar mais frios, mais fechados em nós. É natural, na verdade qualquer animal vai aprendendo com as experiências que vai tendo durante a vida. Nós não somos diferentes. Regra geral reflectimos sempre mais quando as experiências nos causam dor. Custa sempre um bom bocado para nos libertarmos deste tipo de sufoco. Quem nunca sofreu? Todos nós já ficamos desiludidos com alguma coisa, com alguém. Todos nós fomos alguma vez enganados, manipulados. Mas se olharmos bem também nós já vestimos a pele deste lobo mau! Ultimamente tenho visto bastante gente a deixar-se abater pelos mais variados episódios. Há sempre aquela tendência manhosa para a gente se achar uma vítima neste mundo. Cada vez acredito mais que isto não é verdade. Se pensarmos bem quando um episódio negro nos assombra, nos trás dor e uma boa carga de sentimentos depressivos, o episódio trás também com ele a oportunidade de mudar, e normalmente para melhor. Em regra geral quanto maior é a gravidade da situação maiores são as consequências associadas, mais profundo é o impacto maior é a alteração da nossa maneira de ver o mundo, de nos vermos a nós próprios. Para aqueles que atravessam um período de negativismo, de revolta e fundamentalmente de desinteresse pela vida e que acham que o mundo é uma merda que nunca vai mudar, eu devo dizer que as compreendo inteiramente, até porque a maneira como veem o mundo é a mais verdadeira, mais realista. Não vos vejo como mentes fracas, como coitadinhos ou vugares almas tristes, até porque já me vi numa situação parecida. Na verdade vejo pessoas conscientes, pessoas que tem de fazer alguma coisa pela vida e que se vem recorrentemente a serem alvos de tentativas de manipulação. É verdade que o mundo não é justo, nunca será. A maior parte dos optimistas são pessoas que nunca sofreram verdadeiramente, são capazes de referir uma situação trágica como por exemplo um mero insucesso académico são aqueles que tem um Mercedes porque fizeram a cadeira de introdução a tecnologias da informação. É muito fácil ser feliz na abundancia. É muito fácil ser feliz quando todos nos dão palmadinhas nas costas e nos lambem as botas porque somos bem sucedidos, ou os "maiores" em alguma coisa. Que dificuldade tem em ser feliz na pele do Cristiano Ronaldo? O Mourinho em ser uma pessoa feliz faz algo de extraordinário? Eu acredito que neste momento não sejas feliz, para mim faz todo o sentido. No teu caso é o sentimento mais normal. Mas sabes que mais? Tu deves ser feliz porque estás cá e nos tens como amigos e também nós estamos carregados de defeitos de problemas para resolver e cheios de vontade de viver, deves estar feliz porque tens a vida cheia de desafios tens tanto pelo qual lutar tanto para conquistar. O Cristiano não pode dizer o mesmo. Tu não tens tido sorte, mas mesmo assim nós não te deixamos, não gostamos de ti porque és a maior em alguma coisa mas porque és simples normal e porque és transparente, coisa rara acredita. Estás cheia de defeitos como eu estou, como todos estamos. Mas é assim que te queremos, te aceitamos e te ajudamos dia a dia a evoluir. Agora que penso melhor a gente até nem gosta muito de ti, a gente quer é que tu continues a coitadinha da zona. Aliás eu ja comprei mais um carregamento de lenços e fraldas dodot para tu te poderes lamentar à vontade. Espero que este texto te sirva para alguma coisa, espero que te consciencializes da beleza que se esconde em cada manhã, em cada acordar que tenhas pela frente...
Podia-me dar ao trabalho de comentar Carlos Paredes enquanto homem e artista não o vou fazer, vou somente deixar-vos com um dos comentários que encontrei no youtube enquanto via este clip
Se vier a ouvir alguem perguntar quem foi Carlos Paredes... Direi que não existiu; simplesmente porque sou ateu.
Foste uma das sete maiores do mundo O primeiro a ver navios perdidos Iluminaste almas fracas Acendeste a utópica fantasia O sonho de viver eternamente Viajaste pelo manto enublado Que se entrepunha entre o mar e o além Olhaste altivo sobre o mundo Como alguém que cheira de perto o céu Saltaste entre os anos seculares Feito de pedra duro granito Visto ao longe por mil olhares Sóstrato foi o teu pai, tua mãe Ptolomeu Superaste mil pesares Foste o fogo que ardeu Pelos ares pelos mares
A musica mais querida, mais sensivel, mais tocante que alguma vez me dedicaram. É por isso que te amo tanto maninha querida (como eu te detesto estupida de merda...)
Há dias em que custa sempre um pouco mais manter os olhos abertos. O sol nem sequer se vê, as nuvens tapam todo feixe de luz que tenha ideias de nos trespassar a vista, apesar de tudo a luminosidade é incomodativa, faz com que aquelas pequenas rugas que temos na testa ganhem proporções fora do normal. Detesto estes dias, a gente quer andar com um sorriso rasgado e o máximo que acaba por conseguir é um riso amarelo à David Caruso, não é que tenha alguma coisa contra o homem, mas a verdade é que já está na hora de alguém dizer a este senhor que boa disposição simpatia e um pouco de humor não dão assim tanto trabalho e acabam por melhorar o nosso estado de espírito e o dia acaba sempre por nos correr da melhor maneira. Apesar de semicerrados os olhos, da inerente dor de cabeça devido à ausência de chapéu este dia correu de uma maneira tremendamente vulgar. Na verdade e de um modo paradoxal estes dias acabam sempre por ser especiais. Há sempre algo que quebra a monotonia, alguém que diz o disparate do século, há sempre oportunidade para esquecer o nome de alguém que trabalha no mesmo local que nós e passar por alguns segundos de um constrangimento estupidamente divertido. Há sempre uma hora do dia em que paramos para comer aquela sandes mista que nos sabe pela vida, o fiambre transforma-se em leitão e o queijo sabe melhor que um dos melhores laticínios franceses. Há sempre um pequeno pormenor que nos escapa há sempre uma novidade, algo novo que aprendemos, há alguém que nos confunde com um familiar e disserta as mais recentes novidades do seu primo que acabara de casar com uma gaja de profissão dúvidosa. Há a vontade de rir, de chorar, de cantar, de dançar, de não conseguir dançar porque a meio da tarefa a palhaçada inesperada sobrepõe-se aos passos de dança mecânicos. Há sempre alguém que nos desilude, há aqueles nos alegram, que nos aborrecem, mas nem mesmo aqueles que nos aborrecem são totalmente desprovidos de interesse. Quem é que nunca realizou uma curta metragem de terror à custa de certas e determinadas individualidades? Quem é que nunca desejou ver pendurado pelo pescoço aquele gajo que teima em vir contar as novidades da equipa de rugby da selecção da nova zelandia? Há dias chatos de facto, mas mesmo assim não deixam de ser dia, não deixa de haver luz e esperança que um dos feixes de protões nos leve para longe que nos transporte através da magnitude dos sonhos e nos deixe em estações paradisíacas! Quem nunca sonhou estar nas caraíbas a ouvir Zacarias Ferreira? (a parte do zacarias ferreira vai concerteza causar impacto) Podemos não ter passado as nossas férias nas caraíbas, podemos nunca ter tido sequer um mar translúcido como companheiro amigo que nos acolhe naquele espectante e melancolico por do sol de que nos lembramos sempre antes de deitar. Podemos não ter nada até. Mas temos a luz do sol, temos aquela sensação incomodativa do excesso de luminosidade que nos faz acordar para a vida. Que serve para nos lembrar que a RayBan existe já há muito tempo e que os olhos são feitos para se abrir, que nos mostra a possibilidade de consumir tudo o que nos rodeia, faz-nos sentir antes de deitar que tudo aquilo vivido naquele naquele foi chato, foi difícil foi até um caos, mas não deixa de ser único, não deixa de ser uma experiência e não deixa de ter luz.
Há quem goste de humor inteligente e sedutor (Dr House) ha quem goste de humor inteligente, com um pouco menos de sedução (Gato fedorento). E há aqueles que gostam de humor parvo nada sedutor e com uma componente azeiteira muito definida... Fica aqui um exemplo daquilo que me faz rir
Ola minha gente. Durante uma das minhas sessões de downloads de ebooks massivos da net reparei numa preciosidade. O livro chama-se The Digital Photography Book e é do senhor Scott Kelby. Ao contrário da maior parte dos livros de fotografia digital que encontrei na net, que se viravam quase todos para o uso intensivo de técnicas de photoshop e gimp, este poe de lado toda essa teoria de manipulação de imagem e apresenta técnicas, de disparo compara maquinas fotográficas (Canon e Nikon) e ao longo do livro vai fazendo uma análise ao modo de disparo que se deve efectuar nos dois casos (aqui os fans de Leica, Olimpus e etc tem o direito à resignação). De qualquer das maneiras as técnicas apresentadas são universais e aplicam-se em qualquer tipo de máquina, desde que esta tenha a funcionalidade disponível. O livro está dividido nos seguintes capítulos:
Pro tips for getting a really sharp Photos
Shooting flowers like a pro
Shooting weddings like a pro
Shooting landscapes like a pro
Shooting sports like a pro
Shooting people like a pro
Avoiding problems like a pro
Taking advantage of digital like a pro
Taking travel and city life shots like a pro
How to print pro and other cool stuff
Photo recipes to help you get the "photo"
É verdade que o "like a pro" irrita um bocadinho e soa um bocado a pretencioso, mas a verdade é que as dicas são realmente interessantíssimas e melhor do que isso funcionam realmente. Após a leitura de alguns capítulos ficamos a saber que todo aquele arsenal de butões não são afinal comandos para jogar na playstation 3. Quanto a vocês não sei, mas só pelo "Shooting people like a pro" este livro já deve valer a pena ler. Soa-me que muito taliban adquiriu esta referência de ISBN...
Mama, she has taught me well Told me when I's young Son, your life's an open book Don't close it 'fore it's done The brightest flame burns quickest That's what I heard her say A son's heart's owed to mother But I must find my way
Let my heart go Let your son grow Mama, let my heart go Or let this heart be still
"Rebel", my new last name Wild blood in my veins Apron strings around my neck The mark that still remains left home at an early age Of what I heard was wrong I never asked forgiveness But what is said is done
Let my heart go Let your son grow Mama, let my heart go Or let this heart be still
Never I ask of you But never I gave But you gave me your emptiness that I'll take to my grave Never I ask of you But never I gave But you gave me your emptiness that I'll take to my grave So let this heart be still
Mama, now I'm coming home I'm not all you wished of me But a mother's love for her son Unspoken, help me be Oh Yeah I took your love for granted And all the things you said to me I need your arms to welcome me But a cold stone's all I see
Let my heart go Let your son grow Mama, let my heart go Or let this heart be still
Let my heart go Mama, let my heart go You never let my heart go So let this heart be still
Never I ask of you But never I gave But you gave me your emptiness I now take to my grave Never I ask of you But never I gave But you gave me your emptiness that I'll take to my grave So let this heart be still
I don't know just where I'm going But I'm gonna try for the kingdom, if I can 'Cause it makes me feel like I'm a man When I put a spike into my vein And I'll tell ya, things aren't quite the same When I'm rushing on my run And I feel just like Jesus' son And I guess that I just don't know And I guess that I just don't know
I have made the big decision I'm gonna try to nullify my life 'Cause when the blood begins to flow When it shoots up the dropper's neck When I'm closing in on death And you can't help me not, you guys And all you sweet girls with all your sweet silly talk You can all go take a walk And I guess that I just don't know And I guess that I just don't know
I wish that I was born a thousand years ago I wish that I'd sail the darkened seas On a great big clipper ship Going from this land here to that In a sailor's suit and cap Away from the big city Where a man can not be free Of all of the evils of this town And of himself, and those around Oh, and I guess that I just don't know Oh, and I guess that I just don't know
Heroin, be the death of me Heroin, it's my wife and it's my life Because a mainer to my vein Leads to a center in my head And then I'm better off than dead Because when the smack begins to flow I really don't care anymore About all the Jim-Jim's in this town And all the politicians makin' busy sounds And everybody puttin' everybody else down And all the dead bodies piled up in mounds
'Cause when the smack begins to flow Then I really don't care anymore Ah, when the heroin is in my blood And that blood is in my head Then thank God that I'm as good as dead Then thank your God that I'm not aware And thank God that I just don't care And I guess I just don't know And I guess I just don't know
Pois é o Microsoft Excel não sabe fazer contas, mais concretamente multiplicações. Quando se fala da empresa Micro$oft, mais concretamente do Mirco$oft Office, as cinco estrelas vão directas para o Microsoft Excel, mas parece que não é bem assim.
Esta informação está a ser veiculada em muito sites, no entanto nem sempre se dá a devida explicação, tudo tem uma explicação. Vamos passar à prática, podem experimentar nas vossas máquinas desde que possuam o Office 2007 e mostrar os resultados ao longo deste post.
Vamos lá então:
1) Comecem por colocar numa célula qualquer (exemplo A1) a multiplicação: =850*77,1
Qual o resultado? 100000 ?!?
Estranho, usem a calculadora do Windows e verifiquem que o resultado dá apenas 65535.
2) Passem agora para a célula B1 (por exemplo) e façam: =A1-1
Mais estranho ainda, o resultado deu *65534* !!!!
Não deveria ser 99999 pelo raciocínio anterior? 3) Tentem lá agora, colocar na célula C1 a soma de mais uma unidade: =A1+1
Bem, estou a ficar maluco!!!! Então agora o resultado dá 100001 ?!?!?
O Excel deve estar com uma depressão !!!! 4) Vamos lá fazer agora um cálculo para tirar as dúvidas. Por exemplo na célula A4 faça o seguinte cálculo: =C1-B1
Resultado 0 ???? Ou seja para o Excel 100001-65534 = 0???
Deixa-me cá desligar esta porcaria e fazer a conta no papel como antigamente.
Outros testes que podem ser realizados: =A1*2 devolve 131,070, como se A1 tivesse 65.535 =A1*1 continua a apresentar o resultado 100,000. =A1/1 devolve 100,000. =A1/2 devolve 32767,5.
Já nem sei o que continuar a escrever. Tou baralhado de todo !!!!
Cedo, alvorada, sono, cama. Ainda não eram 7 horas quando fui acordado. Vindima, foi dia de vindima, neste caso a do meu pai. Se fosse há um ano atrás acordar a esta hora iria ser certamente um processo bem mais doloroso, não foi o caso. Acordei quase de imediato, desperto e cheio de vontade de trabalhar, e ainda bem que assim foi porque o dia foi muito, muito longo… O pequeno-almoço foi tomado logo a seguir ao levantar da cama, comi um pão com doce de figo acompanhado pelo típico café com leite, que a minha mãe faz desde os primórdios do universo. Enquanto comia a minha mãe tratava dos petiscos que iriam ser servidos durante o dia de trabalho,
O passo a seguir desta missão consistiu em vestir a roupa mais foleira e os sapatos/sapatilhas mais rotos que tivéssemos em casa para o trabalho no campo. Claro que o meu pai e meu tio (o irmão do meu pai) como profissionais da coisa que são foram equipados com as típicas galochas e roupas já preparadas para o efeito, ou seja camisolas, calças e camisas rotas. Depois de estar minimamente preparado para o dia de campo fomos buscar o meu tio Zé a casa. Na verdade não foi só ele que fomos buscar, trouxemos também 6 cestos uma escada e um tubo (daqueles que se usam para canalizar esgotos, que ainda não entendi para que serviu, se é que iria ter alguma utilidade) . Os cestos e o tubo couberam na carrinha sem grandes problemas, no entanto a escada foi sujeita a uma operação típica de um “Portugal no seu melhor”. Ainda bem que não apanhamos a polícia pelo caminho porque levar uma escada presa por fitas das caixas de bacalhau não me parec ser o método de transporte mais seguro
Passado alguns minutos chegamos à quinta e a vindima começou pouco minutos depois. O staff era constituído por 4 elementos, eu, o meu pai, o meu tio Zé e o meu tio Avelino. Os três senhores vindimavam e desempenhava a tarefa de burro de carga, basicamente estava responsável pela muito nobre função de carregar cestos de uvas e de as rilhar. Este ano as uvas eram muitas
e estavam bastante doces. O dia foi tudo menos monótono. O trabalho não deu tempo para isso. O meu pai tem uma maneira muito peculiar de trabalhar na vindima. Basicamente apanha uvas como se o campo não fosse dele. Dá impressão que está a roubar alguma coisa. Sobe escada desce escada, chama para lhe esvaziarem o cesto sempre com uma pressa impressionante. O meu tio Zé é um verdadeiro senhor. Sempre na tanga. Quando diz qualquer coisa é sempre uma boca, normalmente o meu pai é quem as ouve. O dia foi de partir a rir por causa deste ex militar do ultramar (e não tem amor de mãe escrito no braço, nem Angola 74, felizmente). Até às 11 horas o dia uma tremenda confusão. Eu para além de andar com os cestos às costas ainda tinha de separar as uvas brancas das pretas. Parece trivial isto, pois mas não é! O que difere uvas brancas de uvas pretas não é o serem brancas ou pretas, porque havia uvas pretas que pela catalogação do meu pai eram brancas. Pior, passado algum tempo reparei que cada um dos três tinha uma definição para uva branca e uva preta. Eu andava meio perdido, de um lado para o outro a chatear o meu pai acerca da sexualidade dos cestos de uvas. Não havia lógica nenhuma na apanha, as vides de uva branca estavam misturadas com aquelas que iriam fazer vinho tinto e foi um despiste total. Apesade tudo e de muito chatear o meu pai, a missão foi levada (dentro dos possíveis) a cabo. O cesto a seguir é de uvas “brancas”
E aqui o cesto pronto a rilhar
A indústria de transformação era constituida pelos seguintes elementos, um lagar
Um cesto para onde escorria o vinho proveniente das uvas rilhadas,
E uma cuba onde se colocava (por via de baldes) o vinho que ia ficando depositado no cesto,
Muito simples o mecanismo! Bem mais reduzido que o da super bock, não!? Passado algum tempo nesta rotina muito interessante, e que mais tarde me viria proporcionar um ligeiro ardor no ombro, vá-se lá saber porquê, veio a hora do "lanche" matinal,
Eu quando vi isto fiquei com a errada ideia de que este seria o nosso almoço, até porque já eram cerca de 11:30 e a gente já tinha cerca de 4 horas de trabalho nas costas. Mas passado cerca de duas horas fomos surpreendidos com mais um reforço,
O resto da tarde foi passado muito mais lentamente. Os dois manjares começaram a ter consequências no nosso desempenho, veio aquela moleza indiscritivel que faz com que a gente só se sinta bem encostado a qualquer coisa. Estar de pé era simplesmente desagradável. Quando tinha uma oportunidade para estar quieto aproveitava para registar fotográficamente aspectos que considero interessantes. Um dos pontos que acho importante referir prende-se pelo estado da industria de cabides portuguesa, está no seu melhor nível,
Se a industria do cabide se apresenta como o motor económico por estas bandas, por outro lado o comércio das cabaças também não lhe fica atrás,
são cada vez mais os bebedos a quererem recordar o sabor suave do álcool enqanto recordam façanhas do ultramar. O dia acabou tarde, muito tarde, foi longo confesso, mas acabou em beleza, com umas pernas cheias de comichão, as unhas dos pés e mãos todas pretas, e uma fome desgraçada...
Once I had a love and it was a gas Soon turned out had a heart of glass Seemed like the real thing, only to find Much to mistrust, love's gone behind Once I had a love and it was divine Soon found out I was losing my mind It seemed like the real thing but I was so blind Much to mistrust, love's gone behind In between What I find is pleasing and I'm feeling fine Love is so confusing there's no peace of mind If I fear I'm losing you it's just no good You teasing like you do Once I had a love and it was a gas Soon turned out had a heart of glass Seemed like the real thing, only to find Much to mistrust, love's gone behind Once I had a love and it was divine Soon found out I was losing my mind It seemed like the real thing but I was so blind Much to mistrust, love's gone behind Lost inside Adorable illusion and I cannot hide I'm the one you're using, please don't push me aside We could made it cruising, yeah It's just no good You teasing like you do
There's a devil waiting outside your door (How much longer?) There's a devil waiting outside your door (How much longer?) And he's bucking and braying and pawing at the floor (How much longer?) And he's howling with pain, crawling up the walls (How much longer?) There's a devil waiting outside your door (How much longer?) And he's weak with evil and broken by the world (How much longer?) And he's shouting your name and asking for more (How much longer?) There's a devil waiting outside your door (How much longer?) Loverman! Since the world began Forever, amen, till the end of time, yeah Take off that dress, oh I'm coming down, yeah I'm your loverman, yeah 'cause I am what I am what I am what I am what I am L is for LOVE, baby O is for ONLY you that I do V is for loving VIRTUALLY everything that you are E is for loving almost EVERYTHING that you do R is for RAPE me M is for MURDER me A is for ANSWERING all of my prayers N is for KNOWING your loverman's going to be the answer to all of yours Loverman! Till the bitter end While the empires burn down Forever and ever and ever, ever, amen I'm your loverman So help me, baby So help me, baby 'cause I am what I am what I am what I am what I am I'm your loverman There's a devil crawling along your floor (How much longer?) There's a devil crawling along your floor (How much longer?) With a trembling heart, he's coming through your door (How much longer?) With his straining sex in his jumping paw (How much longer?) Ooh, there's a devil crawling along your floor (How much longer?) And he's old and he's stupid and he's hungry and he's sore And he's blind and he's lame and he's dirty and he's poor Gimme more, gimme more, gimme more, gimme more, gimme more, gimme more (How much longer?) There's a devil crawling along your floor Loverman! Haha! And here I stand Forever, amen 'cause I am what I am what I am what I am, hey Forgive me, baby My hands are tied And I got no choice, no, no, no, no I got no choice, no choice at all I'll say it again L is for LOVE, baby O is for OH yes I do V is for VIRTUE, so I ain't gonna hurt you E is for EVEN if you want me to R is for RENDER unto me, baby M is for that which is MINE A is for ANY old how, darling and N is for ANY old time Loverman! Yeah, yeah, yeah! I got a masterplan, yeah To take off your dress, yeah And be your man, be your man, yeah Seize the throne, haha Seize the mantle Seize that crown, yeah 'cause I am what I am what I am what I am, plus I am I'm your loverman There's a devil laying by your side (How much longer?) There's a devil laying by your side (How much longer?) My dink is asleep, take a look at his eye (How much longer?) And he wants you, darling, to be his bride (How much longer?) Yeah, there's a devil laying by your side (How much longer?) Loverman! Loverman! Loverman! I'll be your loverman! Till the end of the time! Till the empires burn down! Forever, amen I'll be your loverman I'll be your loverman I'm your loverman I'm your loverman Yeah, I'm your loverman I'm your loverman Loverman I'm your loverman I'm your loverman I'm your loverman Yeah, I'm your loverman Yes, I'm your loverman Loverman Loverman Loverman Forever, amen Loverman (How much longer?)
Mais um dia que acaba e a cidade parece dormir, da janela vejo a luz que bate no chao e penso em te possuir. Noite após noite, ha ja muito tempo, saio sem saber para onde vou, chamo por ti, na sombra das ruas, mas só a lua sabe quem eu sou. Lua, lua, eu quero ver o teu brilhar, lua, lua, lua, Eu quero ver o teu sorrir.
Leva-me contigo, mostra-me onde estas, é que o pior castigo é viver assim, sem luz nem paz, sozinho com o peso do caminho que se fez para tras... Lua, eu quero ver o teu brilhar, no luar, no luar.
Homens de chapéu e cigarros compridos vagueiam pelas ruas com olhares cheios de nada, mulheres meio despidas encostadas à parede fazem-me sinais que finjo nao entender. Loucas sao as noites, que passo sem dormir, loucas sao as noites. Os bares estao fechados ja nao ha onde beber, este silencio escuro nao me deixa adormecer. Loucas sao as noites.
Leva-me contigo, mostra-me onde estas, é que o pior castigo é viver assim, sem luz nem paz, sozinho com o peso do caminho que se fez para tras... Lua, eu quero ver o teu brilhar, no luar, no luar.
Nao ha saudade sem regresso, nao ha noites sem madrugada, Ouco ao longe as guitarras, nas quais vou partir, na névoa construo a minha estrada.
Loucas sao as noites, que passo sem dormir, loucas sao as noites. Loucas sao as noites, que passo sem dormir, loucas sao as noites...
Parece que foi ontem. A vida corre a uma velocidade estonteante. Lembro o primeiro dia que visitei Aveiro à procura de casa. Recordo ter visitado vários apartamentos para alugar e fixei a igualdade de expressão nas caras dos senhores quando dizia que tinha entrado em matemática. Agora, após ter presenciado em primeira mão a excentricidade (para não dizer desnorte total) de alguns do(c)entes compreendo a razão daquelas expressões tão estranhas. O curso não é realmente uma realidade agradável. Em primeiro lugar acho que toda a notação matemática está aos poucos e poucos a cair em descrédito. O rigor e grau de exigência exigidos aos alunos em cada raciocínio não se adequam à sociedade. É uma questão de tempo para que a associação de estudantes proceda à realização de uma petição para que o alfabeto grego usado tipicamente para denotar variáveis e funções seja substituído pelo alfabeto Moranguyce, descendente de um tipo muito específico de criolo misturado com calão de cascais. Se Riemman vivesse em Portugal certamente que a sua função deixaria de ser Zeta e passaria a dar lugar à função Beta. Mais, os livros deixavam certamente de ser tipicamente monocromáticos e passariam a ser em tons de rosa, a editora deixava de ser a Springer e passava a ser a Benetton, e no fim de cada página havia uma senha que habilitava o leitor a um sorteio de uma camisola da moda e um relógio swatch.
Toda a teoria de medida, topologia, álgebra fundamental e lógica matemática passariam a um grau superior de abstracção, uma espécie de Teoria Unificada. Esta filosofia extender-se-ia rapidamente por toda a Europa e todo o legado de Bourbaki passaria a chamar-se Matematix du Burbakito. Todos os artigos desta organização seriam publicados em fascículos, mas em roupas e vestuário diverso. Passaríamos a ver as definições impressas em meias e cuecas, as proposições seriam publicadas somente em t-shirts e camisas, enquanto que as demonstrações seriam colocadas nas diversas camisolas e calças. Quanto às conjecturas, bem estas seriam gravadas obviamente na parte de dentro das peças de vestuário. Afinal de contas não se pode divulgar algo que apresenta o seu carácter de validez indefinido. A matemática passou, passa, e irá passar sempre por uma tremenda crise, fruto da inflexibilidade dos mentores da matemática. A organização Casacabaki, sucursal de Burbaki em Cascais, promete revolucionar esta obscura ciência. Aquelas raparigas que desconhecem a razão pela qual a velocidade se apresenta como derivada do deslocamento, não têm mais com que se preocupar. A teoria unificada irá demonstrar que a maior parte dos resultados são na verdade relações de equivalência com uma proposição de trivial demonstração. Todo o arsenal matemático deixará de ser necessário pela simples razão de que,
Menox com menox da maix. :X ;)) ;@@ è x^4+y^4=z^4 ó :X--- ;/( + ADOrte;)D___D:D;
Ai que a matemática é tão kiduxa não é?? Não é tão mais simples assim!?
É sempre da mesma maneira. O corpo a início quase que chora com vontade de ficar quieto, mas há sempre algo mais forte que me move, que me impele precisamente na direcção contrária. O frio, a chuva, o cinza do céu são razões mais do que suficientes para convencer o comum mortal a repousar tranquilamente no leito de uma cama. Há muita gente que não entende. Eu entendo esta gente. Afinal de contas que prazer pode advir do frio da chuva e do sorriso triste das nuvens? Numa primeira análise somos todos convidados a concordar que o recanto iluminado por uma lareira é o melhor sítio para passar uma tarde, uma noite. Porquê sair em procura do vento? Porquê correr em direcção ao nevoeiro cinza que me abraça? Porquê beijar a chuva de olhos fechados e respirar o frio molhado que me enrijece as entranhas? Puro masoquismo para muitos! Aventura para outros. Prazer para mim.
É inacreditável o número de mundos que visito durante este passeio de sensações. De todas as vezes que o faço visito um planeta diferente um corpo celeste só meu. Salto de galáxia em galáxia em busca das fronteiras do universo, do meu universo. Viajo à velocidade da luz e sinto o tempo parar, nestes breves momentos eu sou um tudo escondido dentro dum nada. Sinto-me sozinho e único, sinto-me bem. O suor funde-se nas gotas que insistem em percorrer toda a ponta de corpo que tenho, sinto na pele um calor aconchegante, uma energia maior, que reage ao frio externo, uma vontade inacreditável de acordar para a vida, de a agarrar. Sorrir, correr, saltar. Aos poucos vou regressando desta viagem. Vou deixando gradualmente o turista que vagueia pelos meandros daquilo que sou, começo a sacudir os vestígios do ser alienígena que fui, resultado da mutação que vivi, que vivo todos os dias. Reabro os olhos e engulo o frio. Sorrio alegremente enquanto sopro um ar quente de esperança. Volto de novo ao meu lar e caio em mim, recolho e deito-me cansado, quente, feliz. Levo comigo o sono e a viagem que fiz, adormeço e recordo tudo num sonho, acordo mais tarde e sorrio outra vez.
Ontem foi dia de Carmina. Por apenas 5 euros podemos assistir a um fantástico espetáculo. A única coisa desagradável foi ter de levar com velhos e gajos de "unhaca" como "companheiros" de plateia...
Para quem gosta de filmes de acção, em que o snipper é o herói e em que no final o gajo fica com a miuda, que é mais bonita que todas as minhas primas, e os maus levam todos com um balásio na tola...
A vida é feito andar de bicicleta: se parar você cai. Vai em frente sem parar, que a parada é suicida, porque a vida é muito curta e a estrada é comprida. Você sobe e você desce na escada da vida e às vezes parece que a batalha tá perdida e que você voltou pro ponto de partida. Vai à luta, levanta, revida! Vai em frente, não se rende, não se prende nesse medo de errar, que é errando que se aprende que o caminho até parece complicado e às vezes tão difícil que você se surpreende quando sente de repente que era tudo muito simples - vai em frente que você entende. Boa sorte, firme e forte, vai com a força da mente. Vai sabendo que não há nenhum peso que você não agüente. Vai na marra, vai na garra, vai em frente. E se agarra no seu sonho com unhas e dentes. Pra saber o que é possível é preciso que se tente conseguir o impossível, então tente! Sempre alimente a esperança de vencer. Só duvide de quem duvida de você.
Sem parar, sem parar, se parar você cai! Demorou, demorou! Pedala aí! Então não pára o movimento, vai em frente, vai! Sem parar, sem parar, se parar você cai! Demorou, demorou! Pedala aí! Não repara no mau tempo que o sol já sai. Vai em frente, sem parar que se parar você cai! Vai em frente, enfrente, enfrenta, vai!
Vai agora, não chora. Ignora a energia negativa lá fora, porque dentro de você existe um poder bem maior do que você pensa. Vai atrás da recompensa e se houver inveja e se ouvir ofensa você responde com a força do perdão. E aumenta sua crença cada que vez ouvir um não, porque todo não esconde um sim. Ainda é só o começo, vá até o fim. Aprenda nos tropeços, não olhe pro chão. Olhe pro céu. Olhe pra vida sempre de cabeça erguida que no fim do túnel tem uma saída, mesmo quando você não consegue ver a luz. Feche os olhos que uma força te conduz. Vai em frente, vai seguro, faz um furo nesse muro que o escuro se esclarece. Vai em frente, simplesmente vai em frente que o futuro é um presente que a vida te oferece.
Sem parar, sem parar, se parar você cai! Demorou, demorou! Pedala aí! Então não pára o movimento, vai em frente, vai!
É na dor que o recém-nascido aprende a chorar. Pra encontrar a cura você tem que procurar. É no choro que o recém-nascido aprende a respirar. Então respira fundo que a vitória tá no ar. Vai indo, vai na tua, vai você. Vai nessa, vai na boa, vai vencer. Acredite no bem, que fazer o bem faz bem. Faça o bem que faz acontecer. Vai na fé, vai a pé, vai do jeito que der. Vai até onde puder, vai atrás do que tu quer. Vai andando, vai seguindo, vai pensando, vai sentindo, vai amando, vai sorrindo, vai cantando, vai curtindo, vai plantando e vai colhendo, vai lutando pela paz - vai dançando no ritmo que o tempo faz. Vai de peito aberto. Vai dar certo. Confiante que o distante num instante fica perto. Fica esperto, vai! Com a força de vontade. Vai à vera, não espera a oportunidade. Não aceita humilhação mas não perde a humildade. E nunca abra a mão da sua dignidade.
Sem parar, sem parar, se parar você cai! Demorou, demorou! Pedala aí! Então não pára o movimento, vai em frente, vai! Se parar você cai, se cair cê levanta.
Já alguma vez trabalharam com dois monitores? Eu até à pouco tempo nunca o tinha feito e na verdade achava isso uma valente azeitice, no entanto devido ao desenvolvimento de um determinado projecto vi-me perante a realidade de trabalhar com dois monitores em simultâneo. Deixem que vos diga que não há nada melhor. É muito mais fácil organizar janelas, dá para programar e ler pdfs em simultâneo, é totalmente diferente. Dado os preços convidativos dos monitores aproveitei para fazer uma nova aquisição,