2007/07/26

O poder do Mar

Já todos sabemos as propriedades medicinais que a água do mar possui. No entanto nem tudo foi até agora descoberto. Recentemente um indivíduo

mergulhou nas águas misteriosas de espinho e começou inicialmente a sentir umas ligeiras alterações, reparou que a pele ganhou um poder elástico acima do normal,

após algum tempo começou a sentir um ardor intenso nos olhos, olhou ao espelho e reparou que estes estavam em mutação.

Com o passar do tempo o ardor dos olhos tornou-se insuportável, foi então que o triste personagem teve a ideia de ir lavar os olhos ao mar, pensando que com isso iria resolver o problema. Quando saiu da agua sentiu-se diferente,

sentia que as pessoas olhavam para ele sentia-se um estranho no meio da multidão. Ficou com a sensação de não pertencer aquele planeta, sentiu-se envergonhado. Para disfarçar o espécime decide tapar a cara e percorrer a praia com a mão à frente da boca

quando chegou perto da sua família perguntou se havia um restaurante por perto e sentia uma tremenda fome. Actualmente esta personagem trabalha num circo e faz de hulk.

Os especialistas atribuem esta imediata mutação a propriedades medicinais da água de espinho. Ao saberem das consequencias que esta água tem em certos seres humanos, bodybuilders de todo mundo deslocam-se para esta instância de férias. Actualmente um hotel em espinho está avaliado em cerca de 300 000 000 000 000... 000 000 de aereos...
As investigações continuam...

2007/07/25

Professor Maximus...

...era uma vez, um professor muito louco, passava a vida agarrado à sua excentricidade, amigos não tinha e no trabalho vivia uma luta solitária contra os seus constantes problemas. O investigador passava a vida em frente ao seu pálido computador. Tinha uma maneira muito peculiar de olhar para as pessoas. Fixava o seu olhar num ponto e falava ininterruptamente e com um rosto de extrema admiração.



Maximus era um professor de matemática que tentava descobrir a origem dos numeros. Passou mais de metade da vida a tentar descobrir de onde estes tinham nascido. O professor tinha uma equipa completa de investigadores a ajuda-lo na dificil tarefa, procuravam na internet,


procuravam dentro de tendas,



procuravam debaixo de caixotes,



mas não havia maneira de encontrar a origem dos numeros. Frustrado por não conseguir encontrar aquilo que procurava o professor decide castigar todos os numeros à face da terra, colocando estes dentro de garrafas de àgua. O professor não contente com o castigo aplicado decide pegar em todas as garrafas com todos os numeros à face da terra e decide enterrar os numeros vivos.



Maximus pega no empilhador e la da início ao seu plano malévolo.



Como não tinha maneira de escavar um buraco tao grande capaz de conter todos os numeros à face da terra, máximus decide mandar toda a numeração para o fundo dos oceanos. Para isso o professor rouba um moliceiro gigante capaz de transportar toda a mercadoria.


Quando se preparava para concluir a missão, o professor vê-se perante um enorme problema. O Gps que trazia não apresentava as coordenadas porque os numeros encontravam-se dentro das garrafas. Perdido, o professor tenta ver as horas para saber quantas horas tinha ainda antes do por do sol. Como o relógio era digital também os seus numeros se encontravam dentro das garrafas. Ao olhar para a ausência dos numeros o professor nota que acaba por descobrir a origem dos mesmos. O professor conclui que os números nasceram do nada estando ao mesmo tempo em todo o lado. O professor escreve tudo no caderninho que tinha consigo, bloco de folhas sem numeração claro. O professor demonstra, recorrendo unicamente ao alfabeto grego a teoria que lhe passava pela cabeça. No final o professor escreve o seu teorema fundamental,

Os numeros vieram do nada,
Estando em tudo o que é lado,
Passeiam ciclicamente entre nós
Traduzindo tudo o que existe
Usando na lógica da sua voz
Toda a razão do que viste...

2007/07/24

Convite Cabana Camping Resort...

Bem vindo à sua nova definição de Paraíso!

Realiza-se a segunda edição da estadia no mui nobiliárquico Cabana Camping Resort!
Este ano por motivos de logística e disponibilidade, realizar-se-á na primeira semana de Agosto!
Contudo, aceitamos reservas a partir do dia 27 de Julho...

Aquilo que vai ser necessário:

  • Pessoal de Lisboa tem que falar com o Protásio e com o Jorge e com restantes car owners para combinarem cenas e etc e tal e coiso. Tentem vir no primeiro fim de semana para ficar tudo junto. Isto quer dizer Jorge-Protas-Sergio-Morais, falem entre vocês!!!! Rápido!
  • Embebedar Protásio.
  • Fazer do Rúben um Homem.
  • Todos, sem excepção, têm que levar um portátil.
  • Quem tiver, leve cabos ethernet, e routers, de preferência wireless.
  • Agradecia que trouxessem bebidas. Sumos e álcool e águas. Tragam recibos também, para dividir os gastos.
  • O pessoal que vier de boleia tem que dividir gastos de gasolina e portagem com o dono do carro.
  • Tragam fatos de banho.
  • Se possivel tragam toalha. Tenho lá algumas, mas não sei se suficientes.
  • Jorge, se der, Xbox.
  • Quaisquer jogos de dados ou assim que dê pro pessoal jogar nas horas mortas (tipo monopólio e coisas parecidas)
  • Filmes. O leitor lê divx e afins, mal, mas lê.
  • Como vamos ser praticamente só pilas, quaisquer tensões homossexuais serão Boom! HEADSHOT!

Next Weekend...


Vá para fora cá dentro, com a...



2007/07/23

Moliceiro...

Estava para relatar também o dia de sábado, mas infelizmente a minha super máquina perdeu todas as fotos que tinha tirado. Eram somente cerca de 150. O dia de Domingo começou atribulado. Tinha dito há uma semana aos meus pais para darem um passeio até Aveiro para a gente conviver um bocado fora do ambiente amarantino. Bem como é típico os meus pais não me disseram nada e decidiram fazer-me uma surpresa. É verdade que eu gosto de surpresas, mas desta vez confesso que não vieram muito a calhar. Não deram grande jeito porque basicamente tinha combinado a meio da semana uma viagem de Moliceiro que me iria ocupar o dia todo de Domingo. Voltando ao assunto, os meus pais chegaram por volta das 9:30 a Aveiro, telefonaram-me dizendo, "filho, estamos cá em baixo!". Eu meio a dormir meio acordado, lá me dirijo à porta de entrada sempre com um olho fechado e sem entender muito bem o que se estava a passar. Lá lhes abro a porta e conto o que tivera programado para o dia. Eles ouvem e ficam com aquela cara de "foda-se vem a gente da terrinha para aqui para este palhaço dizer que tem de fazer outras coisas...", mas respondem com um "ah não há problema, ainda temos de levar a tua irmã ao porto, assim vamos mais cedo...". Eu devo dizer que adorei a visita dos progenitores, por um lado porque não os vou ver tão cedo nos próximos fins de semana e por outro porque dentro das rações de combate trazidas por eles vinha o seguinte,


sim, 400 gramas do melhor chocolate existente à face da terra. Depois de descarregas todas as rações e de umas risadas os meus pais foram-me levar à reitoria, lá encontrei-me com o resto da malta e caminhamos em direcção à Costa Nova. Passado algum tempo o resto das pessoas lá começaram por aparecer,


eu passei o tempo de espera a contemplar a agradável paisagem e a típica refrescante brisa marítima. Tive ainda tempo para ver um barco, como não sou entendido em náutica não sei precisar que tipo de embarcação é, sei no entanto que era à vela e que se chamava Beatriz, era invulgarmente bonita.

Para além da bela Beatriz, deu para apreciar os peixes que regozijavam na àgua, e aproveitei ainda para ver mais de perto a nossa embarcação.

Depois desta fase inicial de espera, acabamos por embarcar no Inobador. O ambiente era extremamente alegre. Como a maioria da malta passa o dia dentro de gabinetes o contacto com a natureza, com a brisa marítima e o convívio foi algo muito refrescante, o pessoal encontrava-se todo bastante relaxado e conversava de uma maneira bastante alegre.

A meio da viagem começou-se a sentir o efeito do calor e a necessidade de beber tornou-se visível. O pessoal aproveitou o barco, a àgua e algumas noções básicas de engenharia para colocar as bebidas nas condições ideais,

Devo desde já dizer que a única bebida encontrada dentro deste saco (havia ainda outro, do outro lado do barco de cor vermelha) era aquela bebida alcoólica de cor amarela e muito espumosa, alguns chamavam-lhe super, outros chamavam mini. Passado algum tempo, como o barco parecia ter uma boa estabilidade e o vento não se encontrava muito agressivo decidi tirar o kevlar laranja que trazia,
fui metade do caminho a gozar com o colete, imaginando um cenário de guerra, ainda fizemos um mini argumento todo à base da existência deste engraçado equipamento, o resto do caminho foi passado a tentar livrar-me dele. A porcaria do "kevlar" aperta o pescoço de uma maneira estupidamente incomodativa, razão pela o qual achei melhor tirar.
Sem colete, mas com t-shirt porque o sol estava bastante descoberto e a minha pele é muito marca cor de rosinha, lá continuamos a viagem, cujo trajecto era extremamente pouco intuitivo, ora tanto andavamos para a frente, ora andavamos para trás, ainda estou para entender a razão dos zig zags que andamos a fazer. No meio deste vai vem náutico aproveitei para tirar algumas fotos a embarcações que nos vizinhavam,

houve ainda tempo para testar alguns chapéus da moda, devo dizer que o cor de rosa não é bem o meu forte.
Passado cerca de uma hora de "vasco da gama trip", chegamos a uma espécie de ilha, ainda não sei muito bem do que se tratava ao certo. Aquilo supostamente deveria ser um sítio sossegado, mas passado algum tempo começaram a chegar vizinhos,


que tiveram a mesma ideia que nós, ou seja, visitar aguele lugarejo que era um misto de areia e lama. Eu sinceramente se fosse dono daquele barco escolhia um outro lugar para ir, mas pronto gostos são gostos.
Depois de descarregados os mantimentos, após preparado o primeiro manjar e deste ser avidamente devorado por todos os elementos da capitania foi hora de repouso.


bem pelo menos por alguns minutos. Como o sol do meio dia não é muito convidativo a sestas na areia a gente decidiu-se por um jogo de futebol misto. Metade rapazes metade raparigas e havia ainda um elemento muito engraçado, um puto, filho de um jurista que parecia alimentado a energia nuclear. Não parou nem por um minuto, passava a vida a berrar e ora corria atrás da bola ora corria em direcção à àgua ao mesmo tempo que tentava reproduzir uns truques manhosos aprendidos certamente nalgum programa infantil.

Após um bom tempo de futebol/karate/guerra_na_lama fomos outra vez para o relax. Aqui podemos ver o camarada Maximus a representar a sua tribo,


Lá para as 5 da tarde decidimos regressar, não por estar fartos do ambiente, porque na verdade a gente passava lá bastante mais tempo, mas porque o tio da dona Marta, o senhor que nos proporcionou a viagem, iniciava um trabalho qualquer por volta das 6.
Chegados de novo à costa nova pegamos nas tralhas e partimos para a parte do jantar, em casa da dona Vanessa. Preparamos o manjar (entenda-se o Amarelo preparou o jantar), as caipirinhas e ficamos mais uma vez a serenar enquanto conversavamos alegremente. O convívio acabou por volta da meia noite com uma conversa em torno da religião católica, uma conversa muito madura respeitadora e calma a condizer com o espírito que se praticou durante o dia todo. Deixo-vos com a foto que mais reproduz o espírito vivido.


2007/07/19

Desejo-te assim...



Acordo vagaroso, olho em volta e vejo enublado. Fecho os olhos e imagino o relógio a andar para trás, acordo de novo e caio em mim. Levanto-me sem pressas olhando o relógio que rodava com uma cadência morosa, parecia que entendia o meu estado de alma. Parecia que sabia que me apetecia voltar ao leito que acabara de deixar. Esfrego os olhos e dirijo-me à janela, olho em volta e vejo agora as nuvens que apadrinham a intensa chuva que me cai imediatamente à frente. Deixo que o cair monótono das pequenas gotas me levem no seu movimento descendente, sinto-me imediatamente a voar em queda livre em direcção ao infinito, sinto a gravidade e o vento na a roçar na cara.
Abro os olhos e reparo no teu sorriso tratante e pergunto, com um sorriso rasgado, o que andavas a fazer no meio daquele pesado ambiente chuvoso. Tu ris e voltas a cara e não respondes, em vez disso tiras a maçã que trazias embrulhada naquele vestido da noite anterior. Estavas completamente ensopada, viraste costas e voltaste a sorrir. Eu aproximei-me de ti e roubei-te pequena a peça de fruta, tu ripostaste tentando reave-la. Em vão. Deixei cair a maçã ferida e agarrei-te com força, senti toda a água que trazias. Tu empurraste-me para trás e sorriste ao veres falhada a tentativa de te libertares. Eu voltei a agarrar o teu embriagado vestido e senti o movimento das gotas em direcção ao chão. Encostado a ti senti o aquecer húmido do teu vestido gerado pelo contacto cúmplice do meu corpo no teu! Peguei em ti e pousei-te no colo, tu sorriste. Olhamos os dois em direcção à janela e vimos o fio de água que as gotas do vestido tinham gerado, olhamos de novo um para o outro e deixamos cair o nosso olhar na mesma direcção, vimos no brilho do outro a origem das gotas, vi na tua expressão ocular o estreito fio de água. Repetimos de novo o beijo e navegamos na chuva que nos tapava do mundo...

2007/07/18

Burocracia? Ai e tal.. a culpa não é nossa...

Tirei o dia de hoje para tratar da inscrição do mestrado. Dado que o "tratar da inscrição" se traduzia a uma entrega de documentos parti do princípio que me iria sobrar montes de tempo para fazer outras coisas. Pelos vistos parti dum pressuposto errado. A viagem começa cedo. Desloquei-me até aos serviços académicos mais propriamente à secção das pós graduações e expus a minha situação, de imediato o senhor diz que está tudo bem à excepção de um pequeno pormenor. Faltava a lista das disciplinas feitas na licenciatura. Ora muito bem. Se falta toca a arranjar maneira de a obter. Perguntei ao simpático senhor como deveria proceder para que me fosse facultada a tal lista e a quem deveria entregar a lista. Ele rapidamente me diz que a lista não me irá ser entregue, que iria dos serviços académicos directamente para o departamento correspondente ao mestrado que pretendia ingressar. Eu confesso que achei estranho todo aquele mecanismo, mas pronto eles é que sabem. Afinal aquilo é a vida deles. Pego noutra senha e aguardo a minha vez na fila dos alunos nos serviços académicos. Espero cerca de meia hora e depois sou normalmente atendido e efectuo todas as instruções dadas pelo caramelo da cabine ao lado. Após ter acabado este primeiro round de burocracia dirijo-me em direcção ao departamento de matemática, mais precisamente à secretaria e exponho novamente a minha situação. O que acontece? Pelos vistos também tinha de entregar a lista com as disciplinas. Eu retorno a questão dizendo que isso me era impossível, explicando que os senhores dos serviços académicos iam tratar disso por mim, que não tinha permissões para obter a tal lista. Ela volta e diz-me para aceder ao paco. Eu explico-lhe que já terminei o curso e portanto o meu acesso ao Paco não me é possivel. Eis que surge mais uma missão. Ir ao cicua e pedir um tal de acesso universal. Vou ao cicua, explico o que se estava a passar comigo enquanto eles me olhavam de cima abaixo com ar de "que é que este filho da puta está aqui a fazer?". No final exclamam os dois. "Ah o que tu queres é um reset à conta!?". E eu respondi com um indeciso "... pois deve ser isso deve..". Depois deste tal de reset à conta foi-me dado um login miraculoso, que me dava acesso a montes de funcionalidades, nomeadamente, configuração wireless, paco, arca, acesso aos computadores fixos da universidade, etc. Maravilha, com isto já tinha condições para arranjar o papel. Fui então ao computador mais próximo (no caloirodromo) ligo o primeiro computador e vejo que este está avariado, salto para o segundo e este demora uns modestos 20 minutos a reiniciar. Não, não estou a axagerar. Depois de aguardar este tempo todo, reparei que para imprimir tinha de ter créditos na impressora, ainda perguntei a alguem se tinha créditos e que lhe pagava o necessário, infelizmente não encontrei ninguém capaz de me ajudar. Volto de novo ao cicua para pagar as folhas e reparo que tinha no minimo de efectuar um carregamento de 3 euros que dava para 100 paginas. Topem só, so tinha 2 euros e 50 em moedas castanhas. Vou ao multibanco, volto ao cicua, carrego as folhas e vou de novo para o caloirodromo e imprimo as folhas com o histórico de notas. Regresso para a secretaria de matemática e reparo que a impressão tinha comido as notas. Como entretanto tinha recebido uma mensagem do diogo a dizer que na quinta tinha que estar no Feira Nova às 6:10 da manhã, e como a única solução é o taxi, antevi a necessidade de ir procurar taxis na net. Como não confio muito nos pcs que estavam no caloiródromo decidi ir ao cicua configurar o pc. Só demorei 1 hora e no final ele não ficou a funcionar. Entretanto decido pedir o manual em pdf para experimentar ligar sozinho, vou para sair e reparo que a catarina me tinha mandado uma mensagem a perguntar se iria comer à cantina, como já eram 12:30 aproveitei para ir comer. No final de comer fui até ao Pmate e reparo que a já tenho acesso ao e-U. Maravilha, aproveito a abençoada maré de sorte e saco o histórico de notas, desta vez com notas e pedi à Catarina que me imprimisse aquelas duas tão suadas páginas. Finalizado isto, dirijo-me de novo à secretaria e entrego a documentação. Pronto acabou o suplício. Voltei para o pmate e encontro-me agora aqui a procurar taxis para me dirigir amanha para o Feira Nova... Rezem por mim, por favor...

2007/07/17

Parabéns Tânia


Cara amiga, jeitosa, gostosona, Tania, muitos parabéns...

BalhauZilla

Malta. Como a maior parte de vocês sabem eu escrevia até à bem pouco tempo noutros dois blogs. No entanto como a gente não pagou a renda o senhorio "botou a gente pra correr". Como os outros blogs estão neste momento em águas de bacalhau, pra não dizer que já se econtram por lá os ciganos a vender meias e casacos de cabedal roubados, eu decidi criar um novo blog onde postarei todo o material "alternativo" que me venha à cabeça...